Policia Federal

PF destaca cooperação global contra o crime organizado em seminário em Roma

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Roma. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou, entre os dias 13 e 16 de abril de 2026, do Seminário de Combate ao Crime Organizado: Novos Paradigmas na Era da Hiperconectividade, realizado na Embaixada do Brasil em Roma, Itália. O encontro, organizado pela Accademia Iuris Roma, serviu de palco para a troca de experiências entre as forças policiais do Brasil e da Itália, duas nações com longo histórico de enfrentamento ao crime organizado.

Além do diretor-geral, participam do evento o presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o delegado Ricardo Saadi; o adido da PF em Roma, o delegado Umberto Ramos Rodrigues; o embaixador em exercício do Brasil em Roma, Túlio Amaral Kafuri; o procurador-geral da República, Paulo Gonet; a ministra do Superior Tribunal Militar, Verônica Abdalla Sterman; o procurador-geral do Estado do Rio de Janeiro, Antônio José Campos Moreira; o professor da Universidade de São Paulo, Pierpaolo Cruz Bottini; o procurador-geral antimáfia da Itália, Giovanni Melillo; o general dos Carabinieri e comandante do ROS, Vincenzo Molinese; a procuradora substituta da Direção Nacional Antimáfia, Barbara Sargenti; o general da Guardia di Finanza, Antonio Quintavalle; o presidente do Tribunal de Palermo, Antonio Balsamo; o procurador da República de Palermo, Maurizio De Lucia; o ex-procurador da República, Francesco Menditto; o professor da Universidade de Pavia, Enzo Ciconte; o professor da Universidade de Pisa, Salvatore Sberna; o professor da Universidade Católica de Milão, Francesco Calderoni; a magistrada da Suprema Corte de Cassação da Itália, Paola Di Nicola Travaglini; e o professor da Universidade de Roma Tor Vergata, Massimo Papa, além de outras altas autoridades do sistema judiciário brasileiro e italiano.

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As discussões se concentraram nos desafios impostos por organizações criminosas cada vez mais globalizadas.

Durante o seminário, o diretor-geral da PF proferiu palestra e reforçou o papel das forças de segurança no combate ao crime organizado e na coordenação das investigações, destacando a urgência de modernizar a abordagem policial.

A cooperação internacional, ainda de acordo com Andrei Rodrigues, “não é mais uma opção, é uma obrigação para combater o crime organizado”. O dirigente apresentou também um modelo de investigação brasileiro, com especial atenção para as iniciativas da PF no enfrentamento ao crime organizado nacional e transnacional, ocasião em que destacou o papel central do órgão na cooperação jurídica e policial internacional. Ele ressaltou os recordes de apreensão de drogas, dinheiro e bloqueio de bens, além de discorrer sobre os desafios da PF diante das constantes mutações e inovações das redes criminosas.

O presidente do Coaf, por sua vez, participou do painel “A inteligência financeira para o combate ao crime organizado”, juntamente com o general da Guarda de Finanças Antonio Quintavalle.

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O encontro tem como eixos temáticos centrais: história e evolução das organizações criminosas; modelos institucionais de enfrentamento; cooperação internacional e cibercrime; inteligência artificial; globalização e migração das organizações criminosas; e conexões entre crime organizado e corrupção de agentes públicos.

A estratégia da Polícia Federal, alinhada à experiência italiana, tem se concentrado em três pilares: integração de forças, prisão de lideranças e, principalmente, a descapitalização. Os resultados são expressivos: as apreensões de bens do crime organizado saltaram de 900 milhões de reais em 2022 para mais de 10 bilhões de reais em 2025. Essa ofensiva financeira, que inclui dinheiro, imóveis, veículos e aeronaves, busca sufocar a capacidade operacional das facções.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF combate descaminho de eletrônicos

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Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17/9), a Operação Conexão Paralela, com o objetivo de reprimir uma associação criminosa especializada na prática de descaminho, sendo responsável pela entrada de milhares de aparelhos eletrônicos no território nacional sem o devido recolhimento de impostos, além da posterior comercialização dos produtos em questão. 

Policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Maricá/RJ.

A investigação foi iniciada a partir de denúncia recebida pelo ComunicaPF – canal para comunicação online de crimes de atribuição da Polícia Federal. As apurações revelaram que o principal operador do esquema seria um policial militar, que agia em conjunto com outros investigados.

A organização criminosa atuava por meio da introdução clandestina de aparelhos eletrônicos no Brasil, especialmente smartphones, sem o devido recolhimento de impostos. De acordo com as apurações, dezenas de milhares de dispositivos foram introduzidos no país nos últimos cinco anos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa, sem prejuízo de eventuais outros delitos que venham a ser revelados no decorrer das diligências e investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] | www.gov.br/pf
(21) 2203-4404

 

Fonte: Polícia Federal

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