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PF e GAECO deflagram Operação Cacaria para desarticular associação criminosa voltada a roubos violentos de cargas e caminhões

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Campinas/SP. A Polícia Federal e o GAECO/SP, com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo (ROTA e 20º BPM/M de Barueri), Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo (4º BPRv) e Polícia Rodoviária Federal, deflagraram na manhã desta quinta-feira, 23/5, a Operação Cacaria, com o objetivo de desarticular associação criminosa voltada a roubos violentos de cargas e caminhões, sequestros e morte de caminhoneiros em municípios do estado de São Paulo.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Polícia Federal em Campinas, começou em janeiro de 2024, a partir de informações colhidas sobre um grupo criminoso que agiria na região metropolitana e interior do estado de São Paulo, tendo por ponto de partida um roubo de carga ocorrido no município de Itapecerica da Serra/SP, em 2.12.2023.

Durante as apurações, constatou-se que o grupo criminoso agia com violência contra as vítimas, havendo uma vítima fatal e outra que foi encaminhada para a UTI, onde permaneceu por uma semana em razão de várias lesões ósseas.

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O grupo criminoso abordava veículos em baixa velocidade (próximos a pedágios) ou estacionados para descanso do motorista, invadindo com violência as cabines dos veículos e subjugando as vítimas. Rendidas, as vítimas eram levadas até cativeiros localizados em matagais próximos aos locais dos roubos, amarradas e sempre ameaçadas de morte.

Durante o cativeiro, os criminosos além de darem destinação a veículos e cargas usando bloqueadores de sinal (jammer) para evitar ação policial, realizavam transferências via PIX.

Entre os alvos nessa manhã estão, além dos autores diretos dos roubos, ao menos dois integrantes apontados pela investigação como receptadores e distribuidores das peças dos veículos roubados e dois envolvidos na morte de um dos caminhoneiros.

Os investigados responderão, dentre outros, pelos crimes de associação criminosa, roubo e latrocínio, cujas penas somadas podem chegar a 50 anos de prisão.

Os presos serão encaminhados para a Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A Operação Cacaria – cujo nome significa grupo de ladrões, em referência a atuação da associação criminosa – é resultado do investimento da Polícia Federal em especialização de um grupo que trabalha em conjunto com outras forças da Segurança Pública e com o GAECO/SP, visando a desarticulação desse tipo de crime nas rodovias brasileiras; com início dos trabalhos investigativos em dezembro/2021.

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Atendimento à imprensa

Aos órgãos de imprensa interessados haverá entrevista na sede da Delegacia de Polícia Federal em Campinas: Rua Dr. Antonio Alvares Lobo, 620, Bairro Botafogo), às 10h15.

Comunicação Social Delegacia de Polícia Federal em Campinas
Telefone (19) 3345-2260

Fonte: Polícia Federal

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PF prende suspeitos com medicamentos para emagrecimento e anabolizantes no Aeroporto do Galeão

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Rio de Janeiro/RJ – Nesta segunda-feira (15/6), a Polícia Federal prendeu em flagrante um casal que transportava remédios para emagrecimento e anabolizantes, importados de forma ilegal, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

O homem e a mulher desembarcavam de um voo comercial oriundo de Foz do Iguaçu/PR.

Policiais federais realizavam fiscalizações de rotina quando identificaram diversas ampolas de tirzepatida, GH (hormônio do crescimento), retratutida e primobolan no interior de uma mala despachada pelo casal, que foi preso em flagrante após não apresentarem autorização legal para o transporte dos produtos.

O homem e a mulher foram encaminhados à Superintendência da PF no Rio de Janeiro, para lavratura do auto de prisão em flagrante. Posteriormente, eles serão encaminhados ao sistema prisional do estado, onde permanecerão à disposição da Justiça.

O casal poderá responder pelo crime de importação ilegal de medicamento sem registro no órgão de vigilância competente.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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