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PF e IBRAM firmam acordo de cooperação para combater a mineração ilegal no Brasil

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Brasília/DF – A Polícia Federal e o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) firmaram, nesta quarta-feira (1/3), Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o objetivo de executar o Programa Ouro Alvo, voltado ao combate à mineração ilegal no Brasil. O ato foi assinado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e pelo presidente do IBRAM, Pablo Cesário.

A parceria estabelece um fluxo de compartilhamento de dados analíticos científicos não sigilosos, além de informações sobre processos metalúrgicos e da doação de amostras geológicas. 

Busca-se, assim, aprimorar a prevenção e a repressão à mineração ilegal, fortalecer a transparência da cadeia produtiva do ouro e modernizar as atividades investigativas, sem transferência de recursos financeiros entre as partes.

Para a PF, esse repositório permitirá que os peritos identifiquem a origem geográfica do ouro apreendido, fortalecendo a materialidade das provas em investigações de crimes ambientais e minerários.

O IBRAM, por sua vez, combate diretamente a mineração ilegal que cresce em terras indígenas e unidades de conservação. Ao colaborar com a identificação da procedência do metal, o instituto reforça as melhores práticas de conservação ambiental e ajuda a mitigar conflitos sociais associados ao mercado clandestino. Este foi o último ato de assinatura do diretor-presidente do IBRAM, Raul Jungmann.

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O acordo também abre um canal institucional para que o setor privado proponha melhorias de governança na cadeia produtiva nacional e participe da difusão de conhecimentos técnicos e científicos de ponta.

A cooperação se justifica pelo interesse público em preservar o patrimônio mineral da União. A eficácia do plano será monitorada por metas bianuais, como a realização de campanhas de amostragem e a confecção de relatórios consolidados. A PF moderniza sua capacidade de investigação enquanto o IBRAM fortalece a transparência e a sustentabilidade da mineração brasileira.

Estiveram presentes o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; o diretor técnico-científico da Polícia Federal, Roberto Reis Monteiro Neto; o perito criminal federal, Erich Adam Moreira Lima; o diretor institucional e diretor-presidente interino do IBRAM, Pablo Cesário; o diretor de Assuntos Minerários do IBRAM, Júlio Nery; e a gerente de pesquisa e desenvolvimento do IBRAM, Cinthia Rodrigues.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
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Fonte: Polícia Federal

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FICCO/GO, CCPI/PF e Polícia Civil de Rio Verde: operação conjunta resulta na prisão de foragido condenado por homicídio no Paraguai

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Goiânia/GO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Goiás (FICCO/GO), o Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal (CCPI/PF) e a Polícia Civil de Goiás, por meio da 8ª Delegacia Regional de Polícia de Rio Verde (8ª DRP), promoveram ação que resultou na prisão, nesta quinta-feira (13/08), de um Vargas foragido da Justiça brasileira localizado em Tavapy, no departamento de Alto Paraná, no Paraguai.

Ele era procurado em razão de condenação definitiva pelo crime de homicídio, objeto de mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Rio Verde/GO, decorrente de sentença transitada em julgado. A pena imposta foi de 24 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado.

Além da condenação pelo homicídio, ele ficou conhecido na região sudoeste de Goiás por seu envolvimento no assassinato do instrutor de autoescola, crime ocorrido em Rio Verde em 2011. Na ocasião, o preso foi apontado como um dos investigados presos durante as apurações do caso.

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Os investigadores identificaram indícios da presença do foragido em território paraguaio, o que motivou o aprofundamento das diligências e o intercâmbio de informações entre órgãos nacionais e internacionais. As medidas adotadas permitiram confirmar seu paradeiro e subsidiaram a ação que culminou em sua captura pela Polícia Nacional do Paraguai, durante operação realizada no distrito de Tavapy, departamento de Alto Paraná.

A ação contou ainda com a colaboração da Adidância da Polícia Federal do Brasil em Assunção/Paraguai, da Polícia Nacional do Paraguai e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Pará (FICCO/PA), cujas informações e apoio operacional foram fundamentais para a localização e prisão do foragido.

A FICCO/GO é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal Federal, Polícia Militar do Estado de Goiás, Polícia Civil do Estado de Goiás e Polícia Penal do Estado de Goiás.

Fonte: Polícia Federal

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