Policia Federal

PF e RF deflagram operação contra o comércio ilegal de cigarros eletrônicos em Goiás

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Jataí/GO. Nesta sexta-feira (14/3), a Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram a Operação Nexus, com o objetivo de combater o comércio ilegal de cigarros eletrônicos em Jataí/GO.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, resultando na apreensão de diversos itens ilegais. Além disso, alguns proprietários dos estabelecimentos foram presos em flagrante. Paralelamente, a Receita Federal implementou medidas administrativas dentro de sua esfera de atuação.

A ação contou com a participação de 72 servidores de diferentes órgãos, incluindo equipes da Polícia Militar e CPE/Jataí (Companhia de Policiamento Especializado), da Polícia Penal, da Guarda Municipal do Município, da Polícia Técnico-Científica e da Vigilância Sanitária.

A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar os comércios suspeitos de venderem os produtos, especialmente aqueles localizados nas proximidades das instituições de ensino. As investigações revelaram práticas suspeitas, como atendimentos discretos dentro do próprio estabelecimento comercial, com o objetivo de ocultar a venda ilegal dos dispositivos eletrônicos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás
Fone: (62) 99216-6260
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

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Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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