Policia Federal

PF investiga extração e comércio ilegal de granito

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Natal/RN. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 9/9, a Operação LITOS, com objetivo de combater a extração e comercialização ilegal de mineral do tipo granito utilizado para calçamento por empresas particulares em obras públicas e privadas.

A operação contou com a participação de mais de 30 policiais federais e três auditores fiscais de tributos estaduais da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Norte, sendo realizado o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal em Natal.

A investigação teve origem em notícia de fato que relatava a extração e posterior comercialização ilegal de mineral do tipo granito, sob a forma de paralelepípedos, por particulares que era utilizado em obras públicas e privadas.

Dados iniciais apontam que as atividades eram realizadas sem licença ambiental, título minerário e em condições precárias de trabalho.

Além disso, foi identificada a prática de ilícitos tributários que culminaram no não recolhimento de receitas aos cofres públicos estaduais, por parte das empresas que atuam na cadeia de comercialização de mercadorias.

Leia mais:  PF deflagra a Operação Opções Binárias em cinco estados

Não haverá entrevista.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte
Contato: (84) 3204.5588
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF e CGU apuram esquema de lavagem de dinheiro ligado a contratos públicos no Espírito Santo

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Vila Velha/ES. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (8/7), a Operação Colosso de Areia, com o objetivo de investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a contratos públicos celebrados por municípios do Espírito Santo. A ação, realizada com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), cumpre 17 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

As investigações apontam que os grupos investigados mantiveram contratos públicos que somam aproximadamente R$ 908,8 milhões entre 2017 e 2025.

Segundo as apurações, empresas de fachada eram utilizadas, em tese, para ocultar e dissimular recursos provenientes desses contratos, por meio de movimentações financeiras incompatíveis com as atividades declaradas, transferências entre pessoas jurídicas e expressivos saques em espécie.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aproximadamente R$ 270 mil em espécie, além de veículos e documentos que serão analisados no curso da investigação.

Os fatos apurados podem caracterizar, entre outros delitos, o crime de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da apuração de eventuais crimes correlatos contra a Administração Pública e o sistema licitatório. Os investigados poderão responder pelos crimes apurados, conforme o avanço das investigações e a eventual responsabilização individual.

Leia mais:  PF e COAF assinam Acordo de Cooperação Técnica para fortalecer o combate à lavagem de dinheiro

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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