Policia Federal

PF prende homem em flagrante por venda de mercadorias contrabandeadas em São Paulo

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Campinas/SP. Na manhã desta quinta-feira (23/1), a Polícia Federal deflagrou operação em combate ao comércio clandestino de cigarros eletrônicos estrangeiros, na cidade de Bragança Paulista/SP. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, expedido pelo Juízo da 1ª Vara Federal de Campinas, um homem foi preso em flagrante.

Na ocasião, foram encontrados e apreendidos 38 cigarros eletrônicos, além de cerca de 650 maços de cigarros contrabandeados. Todas as mercadorias foram introduzidos clandestinamente no país e estavam sendo oferecidas em um estabelecimento comercial do tipo adega, situação que resultou na prisão em flagrante do proprietário da loja.

Diante dos fatos, o material apreendido será encaminhado para a destruição, após ser periciado pelo Núcleo Técnico Científico da Polícia Federal em Campinas.

Comunicação Social da Polícia Federal em Campinas/SP
Telefone: (19) 3345-2260

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

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Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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