Policia Federal

PF prende servidores públicos suspeitos de ajudar garimpos ilegais

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Belém/PA. A Polícia Federal deflagrou na minha desta quinta-feira (28/12) a operação Cobiça, voltada ao combate a crimes ambientais na região do Tapajós, oeste do Pará. São cumpridos 21 mandados de busca, 4 mandados de prisão, sequestro de bens e afastamento da função pública. A suspeita é que servidores públicos participam de organização criminosa na cadeia produtiva do ouro ilegalmente.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades Santarém, Itaituba, Altamira, Rio de Janeiro e Goiânia. Foram presos preventivamente dois servidores públicos e dois empresários.

A investigação apontou que os servidores públicos investigados receberam, durante meses sucessivos, pagamentos de empresas e outras pessoas investigadas pela comercialização de ouro de terras indígenas e de área de reserva legal. O dinheiro seria para que os servidores públicos facilitassem ou não reprimissem os crimes ambientais cometidos pelas empresas, além de atuarem na logística e segurança do ouro ilegal.

Há fortes indícios de que o ouro comercializado pela organização criminosa provém de garimpos localizados no interior e região de entorno da Terra Indígena Munduruku. Essa é uma das terras indígenas mais devastadas pelo crime e que está, no momento, em processo de desintrusão em grande operação, também com participação da Polícia Federal.

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Um dos investigados teria recebido R$ 4 mil por mês, como parte da organização criminosa, para não embaraçar o negócio ilegal; outros dividiam R$ 10 mil mensais, com a função de estar à disposição das empresas, inclusive em horários de expediente e usando carro e outros materiais de trabalho institucionais.

Outro dos investigados é empresário que já havia sido condenado três vezes por tráfico de drogas, além de ter condenações por receptação, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação para o tráfico.

Na atual operação, os crimes investigados são: lavagem de dinheiro, usurpação de bens da União e organização criminosa.

Contexto – A operação Cobiça surgiu a partir da operação Ganância, da Polícia Federal em Rondônia, em 2022, que investigou desvio de recursos públicos federais na prestação de serviços de UTI aérea.

As empresas envolvidas no esquema teriam causado dano ambiental em área de 212 hectares, extraindo quantidade de minérios superior à permitida na guia de utilização expedida pela Agência Nacional de Mineração (ANM). As empresas declararam extrair minérios de terra indígena e de locais onde ela não teve atividade.

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Entre 2020 e 2021, o grupo econômico teve um rendimento estimado superior a R$ 1 bilhão, extraindo muito mais minérios do que o autorizado, em locais proibidos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
[email protected]
(61) 2024-8142

Fonte: Polícia Federal

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PF prende dois condenados por estupro de vulnerável em ações consecutivas

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Curitiba/PR. A Polícia Federal, por meio da Delegacia de Polícia Federal em Joinville/SC (DPF/JVE/SC) e da Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná (SR/PF/PR), prendeu, entre terça-feira (11/8) e esta quarta-feira (12/8), dois homens condenados definitivamente pelo crime de estupro de vulnerável. As capturas ocorreram em cumprimento a mandados de prisão expedidos pela Justiça de Santa Catarina.

Na primeira ação, policiais federais, com apoio da Polícia Militar do Paraná, localizaram e prenderam um homem condenado a 35 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, pela prática de estupro de vulnerável. A prisão ocorreu no município de Fazenda Rio Grande/PR.

Já hoje, em uma nova ação, a Polícia Federal cumpriu mandado de prisão contra outro homem, condenado a 27 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, também em regime fechado, pela prática do mesmo crime. A captura foi realizada em Curitiba/PR.

Os dois mandados foram expedidos pela Primeira Vara Criminal da Comarca de Jaraguá do Sul, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, e decorrem de condenações transitadas em julgado.

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Somadas, as penas dos dois condenados chegam a 62 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão.

Após os procedimentos de praxe, os presos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná 

Fonte: Polícia Federal

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