Policia Federal

PF prende suspeito com ponto eletrônico em concurso do TSE

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Recife/PE. A Polícia Federal prendeu em flagrante um candidato às vagas do concurso público do Tribunal Superior Eleitoral/TSE, realizado neste domingo, 8/12 na cidade de Recife.

A ação foi levada a efeito, objetivando identificar e prender suspeitos de estarem utilizando equipamentos de recepção de sinais de radiofrequência, popularmente conhecidos como ponto eletrônico.

O suspeito ainda tentou se fugir do local de prova, portando o caderno de questões, com o objetivo de fraudar o concurso público do TSE, cuja prova foi realizada neste domingo, mas foi logo contido e preso.

Com a lavratura do flagrante, a Polícia Federal prosseguirá com a investigação buscando identificar outros envolvidos com a referida prática criminosa. O indiciado responde, inicialmente, pelo crime de fraude em certame de interesse público, que prevê pena de reclusão de um a quatro anos e multa, acrescido de 1/3 por se tratar de funcionário público.

Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco
Contato: (81) 2137-4076
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF reprime comercialização de ouro de origem ilícita

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Cuiabá/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (28/8), a Operação Arcanjo, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela aquisição e comercialização de ouro de origem ilícita, com atuação em Poconé/MT e São José do Rio Preto/SP. Os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva nos municípios mato-grossenses de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, além de Campo Grande/MS e São José do Rio Preto/SP.

As investigações apontam que os suspeitos participavam da cadeia de aquisição, circulação, comercialização e ocultação dos recursos provenientes do minério. Apurou-se ainda que o grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas, tendo sido identificada a negociação de aproximadamente 17,3 kg de ouro. A análise das movimentações financeiras permitiu reconstruir parte relevante da dinâmica criminosa, revelando uma estrutura com fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.

O esquema tinha início na região de Poconé/MT, onde o ouro era adquirido junto a garimpeiros ilegais. Os pagamentos eram realizados pelo núcleo financeiro da organização, inclusive mediante utilização de contas bancárias de terceiros, mecanismo que dificultava a identificação da origem e da destinação dos recursos.

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Após a aquisição, o ouro seguia para São José do Rio Preto/SP, onde era recebido e mantido em estabelecimento utilizado para sua custódia e posterior comercialização. Na cidade paulista, o minério era intermediado junto aos compradores finais, completando o ciclo.

A investigação também identificou mecanismos destinados à ocultação e dissimulação dos valores. Parte dos recursos era recebida e posteriormente pulverizada mediante transferências eletrônicas e saques de elevados valores em espécie.

Os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das diligências. 

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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