Policia Federal

PF realiza operação contra garimpo ilegal em território indígena e no rio Capitão Cardoso em RO

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Vilhena/RO. A Polícia Federal, com o apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), deflagrou, nesta quarta-feira 15/1, a Operação Duo, com o objetivo de combater a exploração ilegal de minerais e promover a desintrusão de garimpeiros na região do Garimpo Lajes, localizado na Reserva Indígena Roosevelt, no município de Espigão do Oeste/RO, e no Rio Capitão Cardoso, na divisa entre os estados de Rondônia e Mato Grosso.

A operação teve como foco a desarticulação de frentes de garimpo ilegal e a inutilização de equipamentos utilizados na atividade criminosa, ação necessária para coibir novos ciclos de exploração ilícita na região. Como resultado da ação, foram inutilizados quatro motores, um gerador, dois acampamentos e uma pá-escavadeira.

A Polícia Federal mantém um monitoramento contínuo da exploração ilegal na área e irá intensificar a fiscalização, visando à preservação ambiental e à proteção dos territórios indígenas, que vêm sendo impactados pela atividade predatória.

Os investigados poderão responder pelos crimes de extração ilegal de minério pertencente à União, bem por crimes ambientais. Além desses, caso seja encontrado indícios, podem responder por outros crimes como associação criminosa ou organização criminosa.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Fone: (69) 3216-6273

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra terceira fase de operação para apurar desvio de recursos públicos

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1º/7), a terceira fase da Operação Rent a Car, denominada Operação Galho Fraco II, com o objetivo de aprofundar investigações relacionadas à suposta prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.

As medidas judiciais, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, estão sendo cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais para coleta e preservação de elementos de prova.

As investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente utilizadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos públicos. Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual.

Nas fases anteriores, foram identificadas supostas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP). A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
Contato: (61) 2024-8142

Fonte: Polícia Federal

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