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Piauí avança na produção sustentável com Projeto Nordeste Bioenergia

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O Piauí está prestes a dar um passo significativo na produção de biocombustíveis com o Projeto Nordeste Bioenergia, que acaba de obter a Licença Prévia (LP) da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Localizada em Baixa Grande do Ribeiro, a nova usina promete não apenas revolucionar a matriz energética do estado, mas também impulsionar a economia local.

Com uma capacidade projetada de produção de 222.337,50 m³ de etanol por ano, a usina se tornará um marco na diversificação energética do Brasil, aproveitando o milho como matéria-prima. Este biocombustível renovável se apresenta como uma alternativa sustentável, especialmente durante a entressafra da soja, oferecendo uma nova perspectiva para os produtores locais e contribuindo para a segurança energética do país.

Além de seu impacto ambiental positivo, o Projeto Nordeste Bioenergia trará benefícios econômicos significativos para a região. Durante a fase de construção, serão criados até 750 empregos temporários, e após o início das operações, a usina garantirá 150 empregos permanentes. Essa geração de empregos é vista como uma oportunidade crucial para o desenvolvimento econômico local, proporcionando renda e melhorando a qualidade de vida na comunidade.

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Daniel Guimarães, auditor fiscal ambiental e diretor de licenciamento ambiental da Semarh, ressaltou o compromisso da Secretaria em garantir que o projeto seja implementado de maneira sustentável. “Estamos comprometidos em equilibrar a inovação com a responsabilidade ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Piauí”, afirmou Guimarães, destacando as medidas de mitigação dos impactos ambientais que foram cuidadosamente planejadas.

O Projeto Nordeste Bioenergia não só fortalece a posição do Piauí no setor de biocombustíveis, mas também sinaliza um avanço estratégico para o estado na busca por um desenvolvimento econômico mais sustentável e integrado à preservação ambiental. Com a produção de etanol de milho, o estado se coloca na vanguarda da transição energética brasileira, alinhando crescimento econômico com compromisso ecológico.

Fonte: Pensar Agro

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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