Mato Grosso

PM apreende revólver com oito munições e prende suspeito por porte ilegal

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Equipes militares do 26º Batalhão apreenderam, nesta terça-feira (10.2), um revólver com oito munições calibre .357 e prenderam um homem, de 41 anos, por porte ilegal, no município de Santa Rita do Trivelato (342 km de Cuiabá).

Em rondas pela região, durante policiamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, os militares identificaram um homem, que já havia sido abordado em dias anteriores e flagrado com uma arma de fogo. Na ocasião, o indivíduo apresentou a devida documentação do armamento e guia de tráfego.

No entanto, nesta terça-feira (10), o homem foi novamente identificado saindo de um supermercado da região central e abordado em seguida. Durante busca veicular, os policiais militares localizaram o armamento e as munições escondidas em um fundo falso no console central do veículo.

À PM, o suspeito revelou que não portava nenhuma documentação acerca da arma e das munições. Questionado sobre sua origem e destino, o envolvido alegou que iria caçar. O homem foi detido em flagrante e encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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