Mato Grosso

PM localiza e prende suspeito por estupro contra menina de 11 anos em Sinop

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Policiais militares do 11º Batalhão prenderam, na madrugada desta sexta-feira (16.1), um homem de 41 anos, suspeito por estupro de vulnerável contra uma menina, de 11 anos, em Sinop (a 480 km de Cuiabá). O denunciado acabou sendo esfaqueado por testemunhas e foi localizado em uma unidade de saúde.

Conforme informações do boletim de ocorrência, por volta das 3h20, as equipes foram acionados para se deslocarem até uma casa no bairro Jardim Conquista, pois uma adolescente havia sido rendida e estuprada pelo suspeito. Ele havia invadido a casa onde morava a vítima.

A vítima relatou à mãe que estava dormindo, quando percebeu que o homem passava as mãos em seu short. De acordo com a menor, o denunciado tampou sua boca e proferiu ameaças de morte contra ela e toda família, caso gritasse por socorro. Neste momento, ele praticou o ato sexual contra a vítima.

A jovem chamou pela família. A mãe da vítima saiu correndo até o quarto da adolescente e flagrou o suspeito em cima da cama segurando uma faca e cobrindo a cabeça com uma camiseta preta. As testemunhas entraram em luta corporal com o suspeito, que acabou sendo esfaqueado e fugiu da casa.

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Os policiais militares foram informados da identidade do suspeito, que é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica. A vítima foi encaminhada à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do município para atendimento médico.

Os militares reforçaram o policiamento e, com apoio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), conseguiram localizar o suspeito que estava sendo atendido no Hospital Regional de Sinop. Após avaliação médica, ele será conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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