Mato Grosso

PM prende foragido da Justiça e mais duas pessoas por tráfico de drogas em Várzea Grande

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Um foragido da Justiça e mais duas pessoas, sendo um homem e uma mulher, foram presos pela Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (16.05), em Várzea Grande. A PM autuou a quadrilha por tráfico ilícito de drogas e apreendeu dois tabletes de substância análoga a maconha.

As equipes da Força Tática se deslocaram até o distrito de Bonsucesso, após receberem denúncias sobre a localização de foragidos da Justiça vindos de Sorriso, na região. De posse das características dos suspeitos, os policiais realizaram abordagem a dois homens que estavam transitando próximos de uma região de chácaras.

Na verificação de documentos, a PM identificou que um dos homens estava com um mandado de prisão em aberto. Os policiais também questionaram a dupla sobre a presença de materiais ilícitos e os suspeitos afirmaram que guardavam drogas dentro da residência onde moravam.

Os militares foram até a casa dos criminosos e encontraram uma mulher, que se apresentou como esposa do foragido e irmã do segundo suspeito. Nas buscas pela casa, os policiais encontraram dois tabletes de maconha, oito porções de cocaína e cinco celulares.

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Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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