Mato Grosso

Polícia Civil apreende cerca de 25 quilos de entorpecentes em Matupá

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Cerca de 25 quilos de entorpecentes foram apreendidos pela Polícia Civil nesta quinta-feira (22.08), durante a Operação “QG”, deflagrada para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão domiciliar, em Matupá (a 695 km ao norte de Cuiabá). A ação da delegacia do município contou com apoio da equipe de Guarantã do Norte.

Uma mulher e uma adolescente, de 43 e 15 anos respectivamente, foram detidas por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Com elas, também foi localizado mais de R$ 1 mil em dinheiro oriundo do tráfico.

As ordens judicias de busca e apreensão domiciliar foram expedidas pela Justiça, após investigação da Delegacia de Matupá para desarticular pontos de venda de droga, além de identificar e prender pessoas envolvidos com o crime na região.

No primeiro endereço, os policiais civis surpreenderam a mulher e a menor dentro da casa com porções de maconha, cocaína e dinheiro. Já no quintal, foi encontrada uma bombona plástica com 18 tabletes de maconha, duas porções grandes da mesma droga e mais dois tabletes de Skunk.

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No segundo local alvo do mandado, foi localizado um recipiente de plástico com diversas porções de maconha e cocaína, balança de precisão, entre outros materiais na área externa da casa. No momento da chegada dos policiais civis, o investigado não estava na residência.

Diante do flagrante, a mulher e a menor foram encaminhadas para a Delegacia de Matupá. As conduzidas foram interrogadas, ouvidas e autuadas em flagrante e ato infracional por tráfico de drogas e associação para o tráfico, respectivamente.

As investigações continuam para identificar e localizar outros possíveis envolvidos nos crimes.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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