Mato Grosso

Polícia Civil apreende menor por ato infracional análogo a tráfico de drogas em Matupá

Publicado

A Polícia Civil apreendeu um menor, de 15 anos, por ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas. A apreensão ocorreu nesta segunda-feira (12.1), em Matupá.

A ação policial ocorreu após denúncia de tráfico ilícito de entorpecentes em um lava-jato da cidade, onde havia intensa movimentação de usuários nas imediações.

Diante das informações, uma equipe da Delegacia de Polícia Civil, por meio do Núcleo de Repressão ao Tráfico de Drogas, iniciou diligências investigativas para apurar o fato, sendo constatada movimentação atípica no local, compatível com a prática do tráfico de drogas.

Durante a investigação, os policiais visualizaram o adolescente fazendo uso de substância análoga à maconha em frente ao estabelecimento. Ao ser realizada a abordagem, o menor teria confessado que realizava o tráfico de drogas em sua residência, localizada no mesmo terreno do lava-jato.

Em razão do flagrante, a genitora e o padrasto do adolescente foram acionados, informados da situação e acompanharam a ação policial, franqueando a entrada no imóvel. No interior do imóvel, os policiais apreenderam dezenas de embalagens utilizadas para comercializar o entorpecente, cerca de 300 gramas de substâncias análogas à maconha e cocaína, além de um aparelho celular e R$ 50,00 em dinheiro.

Leia mais:  Comitê da Sedec debate plano nacional de fertilizantes e aprova comissão de fertilidade do solo

Em razão do flagrante, o adolescente foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Matupá, acompanhado pelos responsáveis, para as providências legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Ager promove audiência pública de Ouvidoria em Água Boa 

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Governo de MT entrega 300 ônibus para transporte escolar nesta quarta-feira (4)

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana