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Polícia Civil cumpre 16 mandados de prisão em penitenciárias de Mato Grosso

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A Polícia Civil, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (11.4), a 2ª fase da Operação Incarceratus, para cumprimento de 16 mandados de prisão contra pessoas condenadas pela Justiça, e com outros processos criminais, que já estão presas nas penitenciárias Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa, na Central do Estado (PCE), em Cuiabá, ou na Pública de Sorriso.

Ao longo desta semana, os policiais da Polinter fizeram diligências com objetivo de identificar e localizar os investigados, ou condenados, que praticaram os mais variados crimes e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões decretadas.

De acordo com a delegada titular da Polinter, Silvia Maria Pauluzi de Siqueira, o cumprimento das ordens de prisão contra aqueles que ainda têm pendências com a Justiça e que estejam cumprindo penas em unidades prisionais auxilia para que não recebam o benefício da liberdade condicional e se mantenham recolhidos.

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O delegado Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, responsável pelo setor operacional da Polinter, afirmou que o trabalho investigativo das equipes em banco de dados e análise de vínculos dos foragidos, faz com que as equipes tenham sucesso nas prisões e, com isso, no combate às facções criminosas, seguindo o programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

As ordens de prisão foram decretadas com base em investigações de diversos inquéritos policiais instaurados pela Polícia Civil em todo o Estado. O trabalho conta com o apoio de servidores do Sistema Prisional e contribui para a efetiva aplicação da lei penal.

Nesta operação foram priorizados os mandados referentes ao crime de tráfico de drogas, roubo, furto, extorsão, Maria da Penha, estelionato, organização criminosa, delitos de trânsito e pensão alimentícia.

Nas análises feitas pelos investigadores, constatou-se que foram cumpridos mandados de prisão de criminosos ligados à facção criminosa mais atuante no Estado. Todos os mandados foram enviados para o Poder Judiciário pelo setor de mandados da Polinter para que sejam levados perante autoridade judiciária.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação contra estelionatárias envolvidas em fraudes financeiras contra idosos

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (29.4), a Operação Rede Fraudulenta, para cumprimento de mandados judiciais de busca e apreensão e prisão preventiva contra um grupo criminoso envolvido em crimes de estelionato, por meio de fraudes financeiras, praticadas contra vítimas idosas.

Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial, com manifestação favorável do Ministério Público. A operação tem como alvo três mulheres que atuavam nos golpes.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Estelionato de Cuiabá, indicam a atuação de um grupo que abordava vítimas, em especial pessoas idosas, mediante contato telefônico e visitas presenciais, oferecendo supostas vantagens financeiras, como a redução de parcelas de empréstimos consignados ou a unificação de dívidas com condições mais favoráveis.

Modo de ação

Durante a abordagem, os suspeitos conquistavam a confiança das vítimas e solicitavam dados pessoais, documentos e registros fotográficos, sob o pretexto de formalização contratual.

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De posse dessas informações, realizavam operações financeiras sem autorização, incluindo a contratação de empréstimos em nome das vítimas, bem como transferências bancárias por meio de Pix e outras modalidades, direcionando os valores para contas vinculadas ao grupo criminoso ou a terceiros.

A investigação aponta que as condutas eram praticadas de forma estruturada, com divisão de tarefas entre os envolvidos, desde o contato inicial até a execução das fraudes financeiras, dificultando a identificação imediata dos responsáveis.

Mandados

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão submetidos à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as investigações, identificar possíveis vítimas adicionais e esclarecer a participação de outros envolvidos.

O delegado responsável pelas investigações, Marlon Nogueira, destaca que as investigações continuam, para a completa elucidação dos fatos e à responsabilização penal de todos os integrantes do grupo.

“É importante que a população desconfie de ofertas de serviços financeiros realizadas por telefone ou por visitas inesperadas, especialmente quando houver solicitação de dados pessoais, fotografias ou assinaturas, recomendando sempre a busca por informações diretamente junto às instituições financeiras oficiais”, disse o delegado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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