Mato Grosso

Polícia Civil cumpre mandados de prisão e buscas contra facção criminosa em Água Boa

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (30.10) a Operação Clausa Porta para cumprimento de 24 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão com o objetivo de combater a atuação de facções criminosas e tráfico de drogas no município e região.

Dentre os mandados de busca e apreensão, 11 são cumpridos em Água boa, um em Nova Xavantina e um em Ribeirão Cascalheira. Em relação às prisões, cinco mandados foram cumpridos na cidade de Água Boa e seis dos alvos já estavam presos, tendo as ordens judiciais cumpridas no interior de presídios.

Além das prisões por mandados, dois alvos também foram autuados em flagrante pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo e outro por tráfico de drogas. Um dos alvos presos assumiria o cargo de vereador em Água Boa nesta sexta-feira (31.1).

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Água Boa, iniciaram em 2023 identificando um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas e outros crimes na região. Com base nas investigações, o delegado Danilo Rodrigues representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça e são cumpridas nesta quinta-feira (30).

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Ao todo participaram da operação cerca de 70 policiais, com equipes de apoio oriundas de Canarana, Nova Xavantina, Querência, Ribeirão Cascalheira e Cocalinho.

“As investigações seguem em andamento e a Polícia Civil segue empenhada em combater o avanço das organizações criminosas na cidade de Água Boa, especialmente impedindo que pessoas ligadas a organizações criminosas ocupem cargos em instituições importantes do município”, disse o delegado.

Nome da Operação

Clausa Porta que significa “Porta Fechada” faz alusão à barreira que a equipe da unidade tem levantado frente a criminalidade no município.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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