Mato Grosso

Polícia Civil cumpre ordens judiciais em Porto Esperidião e Glória D’Oeste relacionadas a crime de homicídio

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (23.12), a “Operação Conselho de Sentença”, para o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão nas cidades de Porto Esperidião e Glória D’Oeste. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias.

A operação foi desencadeada pela Delegacia de Porto Esperidião, com auxílio da Delegacia de Rio Branco e da Delegacia Especial de Fronteira (Defron). Na ação foi apreendido um aparelho celular de um dos alvos, ligado aos investigados por uma tentativa de homicídio, ocorrido em 2024.

De acordo com o delegado responsável pela operação, Diego Toledo, os alvos são investigados por suspeitas de terem coagido jurados, impedindo que ocorresse o julgamento do crime. “Em razão da coação, o júri não pode ser realizado, pois diversos jurados pediram dispensa”, explicou o delegado, salientando que alguns dos investigados têm ligação com uma facção criminosa presente na região.

O delegado informou que a investigação segue com o objetivo de localizar e prender os investigados que se encontram foragidos.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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