Mato Grosso

Polícia Civil de MT e Polícia Militar de GO recuperam novilhas e equinos furtados em fazenda de Canarana

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A Polícia Civil de Mato Grosso em operação conjunta com a Polícia Militar de Goiás recuperou 76 animais, entre novilhas e equinos, furtados de propriedade na zona rural de Canarana. A ação resultou ainda na recuperação de rádios comunicadores, munições e um veículo utilizado no crime.

As investigações iniciaram no dia 21 de outubro, após o registro de boletim de ocorrência comunicando o furto de 117 cabeças de gado das raças Nelore e Anelorado, ocorrido no distrito de Serra Dourada, zona rural de Canarana.

Após a comunicação dos fatos a equipe de policiais civis da Delegacia de Canarana em conjunto com o Batalhão Rural da Polícia Militar de Goiás com o apoio da Agência Regional de Inteligência da Polícia Militar de Água Boa e da Delegacia de Polícia de Ribeirão Cascalheira iniciaram as diligências para esclarecimento do crime.

Após mais de 48 horas ininterruptas de diligências, os investigadores conseguiram localizar e recuperar animais subtraídos, dentre eles, 74 novilhas e dois equinos bem como avançar nas investigações.

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Durante a ação, foram apreendidos materiais e equipamentos utilizados na logística do furto, incluindo rádios comunicadores, munições calibre 22 e documentos com anotações que indicam o envolvimento de outros indivíduos e um veículo que foi utilizado como batedor da carreta que transportou os animais.

A operação foi coordenada pelo delegado de polícia de Canarana, Diogo Jobane Neto, que destacou o comprometimento das equipes envolvidas e a relevância do trabalho conjunto.

“A integração entre as forças policiais têm sido determinante para o enfrentamento qualificado dos crimes patrimoniais no meio rural. Esse resultado demonstra a eficiência do trabalho técnico e a dedicação dos profissionais envolvidos na proteção da sociedade”, afirmou o delegado.

As investigações permanecem em andamento com o objetivo de identificar o grupo criminoso e responsabilizá-lo criminalmente pelos delitos praticados.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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