Mato Grosso

Polícia Civil incinera 3,5 toneladas de drogas apreendidas pelas forças de segurança

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¿A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc), realizou a primeira incineração de entorpecentes de 2025 na manhã desta terça-feira (18.2), na fornalha de uma empresa localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá. Foram incinerados cerca de 3,5 toneladas de drogas, que foram apreendidos pelas forças de segurança na região metropolitana, no ano de 2024.

As drogas, entre maconha, pasta base, cocaína e drogas sintéticas, foram apreendidas em ações da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal, que geraram centenas de procedimentos na Denarc, entre inquéritos policiais, Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) e autos de prisão em flagrante.

A queima da droga ocorre com autorização judicial, contando com apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pela conferência e lacre do entorpecente destinado à destruição.

O delegado titular da Denarc, Wilson Cibulski Júnior, destacou que a destruição do material ilícito apreendido reflete na redução não apenas do tráfico de drogas, mas também de outros crimes alimentados por facções criminosas financiadas por esta atividade.

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“O combate ao tráfico de drogas realizado pelas forças de segurança é constante e tem sido intensificado. A destruição da droga marca o fim do ciclo daquela droga, que foi retirada de circulação, representando um verdadeiro prejuízo para atividade do tráfico”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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