Mato Grosso

Polícia Civil prende 5 integrantes de organização criminosa em residência alugada em Juína

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Cinco integrantes de facção criminosa que vieram de outras cidades para atuar com a criminalidade na cidade de Juína foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (02.07), após serem localizados em uma residência alugada pelo grupo criminoso na área central do município.

Entre os presos estão três homens e uma mulher que foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores. Uma adolescente, de 17 anos, que também integra o grupo responderá pelos atos infracionais de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A desarticulação do grupo criminoso ocorreu durante diligências da Polícia Civil com objetivo de monitorar a movimentação de facções criminosas na cidade de Juína. Segundo as investigações, após a prisão de diversos membros de um grupo criminoso na região, a facção tem enviado integrantes de outras cidades para atuar com a distribuição de drogas na região, assim como impor a filosofia da organização.

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Durante as diligências investigativas, a equipe de investigadores da Delegacia de Juína identificou uma residência alugada pelo grupo, onde integrantes da organização criminosa estariam se reunindo para a prática de crimes. Durante monitoramento do local, os policiais realizaram a abordagem de um dos suspeitos, no momento em que ele saía da residência com uma mochila nas costas.

Durante a revista pessoal, os policiais encontraram dentro da mochila, meio tablete de maconha. Diante da situação de flagrante, os policiais realizaram buscas na residência, onde foram encontradas mais porções de entorpecentes, entre elas, um tablete de maconha e uma porção de cocaína pura, além de balança de precisão e outros apetrechos relacionados ao tráfico.

Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e todos os cinco suspeitos que estavam na casa, foram conduzidos à Delegacia de Juína, onde foi lavrado o flagrante.

No interrogatório, os suspeitos confessaram que a casa, bem estruturada e localizada na região central da cidade, foi alugada pelos criminosos em uma tentativa de despistar investigações policiais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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