Mato Grosso

Polícia Civil prende dois homens por tráfico de drogas em Juara

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira (3.2), em Juara, dois homens, de 29 e 30 anos, por tráfico ilícito de drogas, sendo um em flagrante, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, e outro devido a um mandado de prisão preventiva.

A ação policial foi realizada pela Delegacia de Juara e contou com o apoio de policiais civis das Delegacias de Porto dos Gaúchos e Tabaporã, além do emprego de cão farejador da Delegacia de Tabaporã, utilizado nas buscas realizadas no imóvel alvo da investigação.

O cumprimento do mandado de busca e apreensão ocorreu por volta das 6h, em uma residência localizada no bairro Porto Seguro, em Juara. O mandado foi expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Juína.

Durante as buscas, os policiais localizaram diversas porções de drogas já fracionadas e prontas para a comercialização, entre elas 17 pinos de cocaína, porções de pasta base e maconha, além de uma balança de precisão. Todo o material foi apreendido.

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As investigações apontaram que o suspeito possui histórico criminal, com condenações anteriores por tráfico de drogas, além de registros por crimes de receptação e posse irregular de arma de fogo. Ele cumpre pena em regime semiaberto e voltou a cometer crimes durante o cumprimento da sanção.

Diante da situação de flagrante, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Juara, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante. O delegado Geremias Ferreira de Oliveira representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, medida que será apreciada pelo Juízo das Garantias.

Na mesma rua da primeira prisão, os policiais civis também cumpriram um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 29 anos, expedido pela Comarca de Tapurah, relacionado a crime vinculado ao tráfico de drogas. O suspeito foi conduzido à Delegacia de Juara para as providências legais e apresentação à audiência de custódia.

“A ação demonstra a integração entre as unidades policiais e o fortalecimento do enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado”, afirmou o delegado Geremias Ferreira de Oliveira.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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