Mato Grosso

Polícia Civil prende em Cuiabá suspeitos que comercializavam veículos furtados pela internet

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Dois homens que estavam vendendo uma carreta reboque furtada em uma plataforma de comércio eletrônico foram presos pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29.08), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA).

Os suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de receptação e adulteração de sinal de veículo automotor. A ação resultou ainda na recuperação da carreta reboque e de uma motocicleta furtada.

A prisão dos suspeitos integra os trabalhos da Operação Compra Segura, desencadeada pela DERFVA para coibir crimes de receptação e venda de veículos furtados por meio de plataformas digitais e redes sociais.

A ação teve início após a vítima identificar que sua carreta reboque furtada recentemente de sua chácara estava sendo oferecida para venda em um site da internet. Após localizar o anúncio, a vítima procurou a DERFVA para comunicar os fatos.

Com base nas informações passadas, os policiais civis montaram uma operação para averiguar a denúncia, indo até o local indicado para a negociação da carreta reboque. No endereço indicado, no bairro Centro Político Administrativo em Cuiabá, os policiais foram recebidos pelos suspeitos, que tentaram justificar a venda do veículo furtado alegando necessidade financeira.

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Durante a vistoria no local, além da carreta reboque, foi encontrada uma motocicleta Honda CB 300, que também apresentava sinais de adulteração no chassi e possuía registro de furto.

Segundo o delegado titular da DERFVA, Diego Alex Martimiano da Silva, a operação Compra Segura visa proteger consumidores de aquisições fraudulentas, promovendo a segurança no comércio eletrônico e garantindo que criminosos sejam punidos e que vítimas tenham seus bens recuperados.

“A ação reforça o compromisso da DERFVA em proteger a população de crimes contra o patrimônio, garantindo que veículos e peças subtraídos sejam recuperados e os responsáveis levados à Justiça”, disse o delegado.

As investigações continuam para identificar possíveis outros envolvidos no esquema de receptação.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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