Mato Grosso

Polícia Civil prende em Cuverlândia foragido da Justiça por estupro de Rondônia

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quinta-feira (29.1), um mandado de prisão contra um homem, suspeito pelo crime de estupro, no município de Curvelândia. A prisão contou com o apoio da Polícia Civil de Rondônia.

O foragido da Justiça, de 60 anos, estava com mandado de prisão decretado pela Vara de Crimes Sexuais contra Criança e Adolescente do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, por crime de estupro.

A captura do foragido foi realizada por policiais da Delegacia de Mirassol D’Oeste, após troca de informações entre as Polícias Civis dos dois estados.

Diante das informações repassadas de que o procurado estava escondido na cidade de Curvelândia, a equipe policial deu início a diligências investigativas e atividades de inteligência policial, sendo possível localizá-lo e dar cumprimento do mandado de prisão em aberto.

Em entrevista informal, o conduzido confirmou ter ciência do processo criminal contra ele no Estado de Rondônia, relatando que, desde meados de 2025, passou a residir em Mato Grosso.

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Ele foi conduzido à Delegacia de de Mirassol D’Oeste para as providências cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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