Mato Grosso

Polícia Civil prende foragido com duas condenações por homicídio

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Um homem com dois mandados de prisão por condenação decretados pela Justiça de Rondônia, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, na sexta-feira (14.11), em Várzea Grande.

O foragido, de 33 anos, vinha sendo procurado por dois crimes de homicídio qualificado, e foi localizado pelos investigadores da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, em um lava jato, no bairro São Mateus.

A prisão foi realizada após trabalho integrado entre as duas Polícias Civis, por meio de troca de informações entre a Polinter de Cuiabá e o Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondônia.

Condenações

O condenado estava com dois mandados de prisão em aberto, pelo cometimento de dois homicídios qualificados ocorridos na cidade de Vilhena, em Rondônia.

Um dos crimes foi no ano de 2018 contra um mecânico. O homicídio aconteceu após um desentendimento em um balneário. O autor do crime foi condenado a pena de mais de 19 anos de reclusão.

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A segunda ordem judicial é decorrente de outra condenação de mais de 10 anos de reclusão, por homicídio qualificado praticado em 2019. A vítima foi a ex-mulher de um amigo do acusado.

Segundo apurado pela Polícia Civil, o homem usava o apelido de “matador”, bem como estava há cerca de seis anos em Mato Grosso tentando esconder-se da Justiça.

Ele também é investigado por envolvimento na morte de outra mulher, atingida por um disparo de arma de fogo na região da cabeça, no ano de 2019, em Vilhena.

Mandados cumpridos

Ao ser surpreendido pelos policiais civis da Polinter, em Várzea Grande, o criminoso foi conduzido para cumprimento dos dois mandados de prisão por condenação.

Após as providências cabíveis, o preso foi encaminhado para audiência de custódia e colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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