Mato Grosso

Polícia Civil prende homem flagrado com plantação de maconha na zona rural de Alto Araguaia

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Um homem surpreendido mantendo uma plantação de maconha em sua residência foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (12.11), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Alto Araguaia. O suspeito, de 54 anos, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

A prisão ocorreu, na região conhecida como Córrego do Sapo, localizada a cerca de 30 quilômetros do município, onde os policiais realizavam diligências para apurar crime de ameaça, em que a vítima relatava que vizinhos, supostamente ligados a uma facção criminosa, estariam impedindo a leitura do medidor de energia elétrica de sua propriedade.

Durante a verificação do endereço indicado, os policiais visualizaram em frente a residência do suspeito um canteiro de hortaliças que, à primeira vista, parecia comum. No entanto, ao se aproximarem, constataram que o local abrigava diversas plantas com características semelhantes à maconha, cobertas por uma tela sombrite de cor preta, utilizada para disfarçar o cultivo.

Diante do flagrante, a equipe realizou busca domiciliar, encontrando também uma porção da droga já embalada, pronta para consumo ou comercialização.

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O suspeito foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia de Alto Araguaia, onde foi autuado pelo crime de tráfico de drogas equiparado, que prevê punição para quem semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à produção de entorpecentes.

Após os procedimentos de praxe, o suspeito foi encaminhado à Cadeia Pública local, ficando à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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