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Polícia Civil prende homem por perseguir e ameaçar a ex-mulher em Rondonópolis

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, efetuaram a prisão de uma homem, na terça-feira (17.6), por violência doméstica e familiar contra a ex-mulher.

O suspeito, de 59 anos, foi autuado em flagrante por injúria, ameaça e perseguição no âmbito da Lei Maria da Penha.

No dia anterior, a vítima compareceu na delegacia relatando que conviveu com o suspeito por cerca de 12 anos, e o relacionamento terminou em dezembro do ano passado. desde então ele passou a perseguir a ex-mulher, frequentando locais onde sabia que ela estaria.

Conforme relatos, a mulher foi submetida a violência psicológica, como humilhações, ofensas e xingamentos. Além de ser agredida fisicamente pelo companheiro, mas nunca teve coragem de registrar boletim de ocorrência contra o companheiro.

A vítima narrou que foi visitar uma amiga na cidade de Guiratinga e o ex-companheiro passou a acusá-la de manter um relacionamento com essa amiga. Em uma das ocasiões, no último dia 14, o suspeito foi até a residência da amiga da vítima e proferiu diversos xingamentos e ofensas contra ambas.

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Ainda na delegacia a mulher apresentou áudios e mensagens enviados pelo suspeito, nos quais ele utiliza termos ofensivos e ameaçadores, além de fazer acusações falsas, inclusive espalhadas verbalmente na cidade. Ele também enviou mensagens à filha da vítima com graves ameaças de morte.

Na tarde de terça-feira (17) a vítima estava na delegacia para requerer as medidas protetivas de urgência, quando o suspeito chegou na unidade policial alterado e procurando pela vítima. Diante da situação, ele foi preso em flagrante delito.

A Polícia Civil destaca a importância da denúncia em casos de violência doméstica e lembra que a vítima pode procurar ajuda de forma sigilosa e segura.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operações da Polícia Civil promovem asfixia financeira de facções criminosas entre janeiro e abril

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As operações deflagradas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco), da Polícia Civil de Mato Grosso, resultaram em um forte impacto contra as facções criminosas no primeiro quadrimestre de 2026.

O balanço operacional das duas unidades aponta não apenas o avanço das investigações dos crimes praticados pelos faccionados, mas, principalmente, a estratégia de asfixia financeira desses grupos criminosos, com a identificação de movimentações patrimoniais que ultrapassam R$ 281,4 milhões.

Entre janeiro e abril, foram deflagradas 13 operações policiais, com destaque para ações de grande envergadura, como a Imperium, SpeakEasy, Pentágono 3 e Aposta Perdida, que atingiram estruturas financeiras e logísticas de facções criminosas.

Ao todo, foram cumpridas 462 ordens judiciais, sendo 99 mandados de prisão, 121 mandados de busca e apreensão, 118 bloqueios de contas bancárias, 71 sequestros de veículos, 26 sequestros de imóveis, 17 suspensões de pessoas jurídicas, além de outras medidas estratégicas, como bloqueio de redes sociais, quebras de sigilo de dados e restrições de passaportes.

Planejadas de forma estratégica, as operações buscaram não só a repressão direta, por meio de prisões e responsabilização dos envolvidos, mas a desarticulação completa das estruturas criminosas.

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Asfixia financeira

As operações deflagradas nos primeiros quatro meses do ano não se limitaram apenas à prisão de criminosos, mas tiveram como objetivo a desarticulação financeira e a total inviabilização do poderio econômico das facções criminosas.

Os trabalhos tiveram como foco a neutralização da capacidade de articulação, corrupção e expansão territorial de facções e outros grupos criminosos. As investigações buscaram o sequestro de bens, bloqueio de contas e suspensão de atividades de pessoas jurídicas que funcionavam como fachada para lavagem de dinheiro do crime.

Operações como a SpeakEasy, cuja investigação, sozinha, identificou a movimentação financeira de cerca de R$ 200 milhões, e a Imperium, com aproximadamente R$ 43 milhões, demonstram a eficácia da estratégia de atingir o poder econômico das facções.

Outras operações, deflagradas durante o período, também focaram na desarticulação financeira das facções criminosas, como a Operação Showdown, cujas movimentações e representações por bloqueio de ativos somaram cerca de R$ 20 milhões. Já a Operação Aposta Perdida identificou a movimentação de R$ 10 milhões, e a Operação Passagem Oculta, de R$ 1 milhão.

Segundo o delegado titular da GCCO, Gustavo Colognesi Belão, o balanço do quadrimestre demonstra o compromisso da Polícia Civil de Mato Grosso com o enfrentamento firme e contínuo ao crime organizado, adotando medidas que vão além da repressão direta e atingem o núcleo financeiro das facções, promovendo maior efetividade no combate à criminalidade.

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“A retirada desses recursos compromete diretamente a capacidade operacional de facções e grupos criminosos, dificultando a prática de crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e financiamento de atividades ilícitas”, disse o delegado.

Investigações qualificadas

Os resultados refletem o trabalho integrado da GCCO/Draco, com investigações qualificadas, uso de inteligência policial e cooperação com o Poder Judiciário. Os números evidenciam o aprofundamento das investigações e o uso de ferramentas modernas no enfrentamento ao crime organizado.

O trabalho é reflexo da capacidade técnica de seus policiais, aliada à maciça implementação de tecnologia de ponta e aos treinamentos avançados ofertados continuamente pelo Governo do Estado.

“Essa sinergia transformou os policiais lotados na GCCO/Draco em experts no enfrentamento à macrocriminalidade, com domínio absoluto em investigações de lavagem de capitais e recuperação de ativos. A blindagem técnica da unidade garante que o aparato estatal esteja sempre a passos à frente das inovações criminosas”, destacou Belão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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