Mato Grosso

Polícia Civil prende homem que tentou roubar e sequestrar adolescente em Primavera do Leste

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A Polícia Civil prendeu, na noite desta sexta-feira (07.11), um homem, de 25 anos, suspeito de tentar roubar e sequestrar uma adolescente, de 12 anos, nas proximidades da escola onde ela estuda, no bairro Jardim Riva, em Primavera do Leste.

A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, em ação conjunta com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e o Núcleo de Inteligência.

O crime ocorreu na última quinta-feira (06.11), por volta das 11h10, quando a adolescente voltava da escola para casa a pé e foi abordada por um homem de motocicleta.

O suspeito, a princípio, exigiu o celular da vítima, simulando estar armado, depois, em tom ameaçador, ordenou que ela subisse na garupa da motocicleta. Assustada, ela obedeceu, mas pouco depois se jogou da motocicleta e correu em direção à sua casa.

O suspeito ainda seguiu a adolescente, que começou a gritar e uma vizinha interveio, a ajudando.

Assim que acionada, a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Primavera do Leste deu início às investigações do caso. A equipe localizou a motocicleta utilizada no crime e identificou a proprietária do veículo, uma mulher de 19 anos, esposa do suspeito.

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Diante disso, nesta sexta-feira (07.11), o investigado foi localizado e preso em frente à sua residência. No local também foram apreendidas as roupas e o capacete branco que ele usava na tentativa de roubo e sequestro.

O suspeito foi conduzido à Delegacia e está à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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