Mato Grosso

Polícia Civil prende homem suspeito de furtos a empresas em Várzea Grande

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A Polícia Civil prendeu, nessa segunda-feira (2.2), um homem de 47 anos, suspeito de praticar diversos furtos na região de Várzea Grande.

De acordo com investigação desencadeada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande, o suspeito possui 32 registros criminais, além de 12 condenações criminais, das quais, nove são pela prática de furtos.

O suspeito havia sido colocado em liberdade mediante o uso de tornozeleira eletrônica, mas rompeu o dispositivo para continuar praticando os crimes.

Na madrugada da última segunda-feira, o suspeito quebrou os cadeados de uma oficina mecânica e subtraiu diversas em ferramentas, avaliadas em cerca de R$ 5 mil reais.

Assim que tomou conhecimento do furto, os policias do plantão da Derf-VG iniciaram diligências, com intuito de identificar e prender o suspeito, que foi preso em flagrante, em Várzea Grande.

Após a prisão, foram realizados os procedimentos legais cabíveis, com representação pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça, que decretou a prisão preventiva decretada pelo Juiz das Garantias.

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“Foi de suma importância representar pela prisão preventiva para salvaguardar a ordem pública da população local, haja vista a contumácia do suspeito”, disse a delegada Elaine Fernandes.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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