Mato Grosso

Polícia Civil prende motorista de ônibus escolar investigado por estupro de vulnerável

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Um motorista de ônibus escolar vinculado ao município de Poxoréu, investigado pelo cometimento de estupro de vulnerável, foi preso pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (30.1).

O suspeito, de 38 anos, teve os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão decretados pelo juízo da Comarca local, após investigação da Delegacia de Poxoréu para apurar o crime.

Conforme o delegado, Rafael Fossari, as ordens judiciais foram decretadas pelo juízo após representação formal devidamente fundamentada em diligências investigativas realizadas ao longo da apuração dos fatos.

“A medida cautelar teve como objetivo a preservação da ordem pública, a proteção das vítimas e a garantia da regular instrução processual. As vítimas são menores de 12 anos, circunstância que evidencia a gravidade das condutas apuradas”, destacou o delegado.


Além do cumprimento do mandado de prisão, os investigadores cumpriram buscas nos endereços relacionados ao suspeito. Na ação foram apreendidos materiais de interesse da investigação, os quais serão analisados e juntados aos autos do inquérito policial.

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Depois de preso em uma residência no bairro Cohab Xavante, o investigado foi conduzido à Delegacia de Poxoréu, onde foram adotadas todas as providências legais cabíveis, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.

A operação transcorreu de forma tranquila e sem intercorrências, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a legalidade, a responsabilidade institucional e o enfrentamento rigoroso de crimes que atentam contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

As investigações seguem sob sigilo, a fim de resguardar as vítimas e assegurar a efetividade das apurações, podendo novas informações ser divulgadas oportunamente, em respeito ao devido processo legal.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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