Mato Grosso

Polícia Civil prende mulher que transportava drogas entre municípios da região de Barra do Garças

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Uma mulher envolvida com a venda de drogas em Barra do Garças foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na quarta-feira (26.2), em operação conjunta realizada pelas equipes policiais das 1ª e 2ª delegacias do município, com apoio da Polícia Penal.

A abordagem da suspeita, de 35 anos, ocorreu durante operação realizada na região central de Barra do Garças, que resultou na apreensão de pasta base de cocaína e de um cigarro de maconha.

A suspeita vinha sendo monitorada pela polícia em razão de investigações que apontavam a atuação dela como “mula” (transportadora de drogas) entre municípios da região. Durante o acompanhamento, os policiais flagraram a mulher em deslocamento entre a rodoviária local e pontos estratégicos, e comportamento que levantou suspeitas.

Os policiais realizaram a abordagem da suspeita, que ao ser questionada, negou portar qualquer material ilícito, porém, demonstrou nervosismo. A mulher foi conduzida à delegacia para para revista pessoal, realizado com o apoio de uma policial penal feminina.

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Com ela, foi encontrada uma porção grande de pasta base de cocaína escondida sob as roupas. Diante das evidências, a suspeita foi presa em flagrante por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocada à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no comércio de drogas em Barra do Garças.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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