Mato Grosso

Polícia Civil prende suspeito de matar colega e esconder corpo no trabalho

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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (25.5), um homem, de 44 anos, suspeito de matar um colega de trabalho, venezuelano, de 45 anos, e esconder o corpo no local de trabalho dos dois, um estacionamento no bairro Baú, em Cuiabá.

O corpo da vítima foi localizado no início da tarde desta segunda-feira, por volta das 13h30, parcialmente enterrado, em uma ação conjunta entre a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Polícia Militar.

Assim que a Polícia Militar chegou ao local, o patrão dos dois afirmou que o corpo encontrado, possivelmente, era de seu funcionário, que estava desaparecido desde o sábado (23).

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas e o patrão informou que seu outro funcionário, que também estava presente, possuía constantes desavenças com a vítima e havia comparecido no trabalho com um hematoma no rosto, alegando ter sido vítima de um roubo.

Diante do relato, assim que a equipe da DHPP chegou ao local, foi informada sobre a suspeita e o funcionário foi detido pela Polícia Civil.

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Após breve conversa com a equipe, o suspeito confessou a autoria do crime, cometido a pauladas e facadas, mas alegou que estava embriagado e que não sabia ao certo quando praticou o homicídio, dizendo apenas que foi durante o final de semana, na tarde do sábado (23.05) ou no domingo (24).

O suspeito foi encaminhado para a DHPP, onde será interrogado pelo delegado Michael Paes e autuado em flagrante por ocultação de cadáver e responderá inquérito policial por homicídio qualificado, em razão do motivo fútil e por não ter dado chance de defesa à vítima.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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