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Polícia Civil prende suspeitos envolvidos em execução de homem por dívida com facção

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (5.8), mais uma etapa da ação policial que apura o homicídio de Euclides Custódio Vieira, ocorrido em 9 de julho de 2025, em Paranatinga. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão.

Os alvos dos mandados são conhecidos pelos apelidos “Grilo” e “Pirata”. Este último já está preso na Cadeia Pública de Paranatinga desde o dia 30 de julho pelo crime de tráfico de drogas.

De acordo com as investigações conduzidas pela Polícia Civil, os alvos teriam participado do homicídio de Euclides Custódio Vieira, que estava sendo investigado por suposto abuso sexual de uma adolescente de 12 anos. Ele era amigo da família da vítima.

No entanto, as apurações revelaram que a motivação do crime não teve nenhuma relação com o suposto crime sexual, sendo, na realidade, decorrente de um acerto de contas vinculado a uma possível dívida da vítima com uma facção criminosa.

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Até o momento, a Delegacia de Polícia Civil de Paranatinga identificou seis envolvidos diretos e indiretos no crime. Cinco já foram presos.

A primeira fase da investigação foi concluída com a prisão dos executores e colaboradores do homicídio. A partir de agora, inicia-se a segunda fase da operação, voltada à identificação e responsabilização dos possíveis mandantes do crime.

O inquérito policial relativo aos executores e colaboradores encontra-se em fase final de elaboração e deverá ser concluído nos próximos dias, com o indiciamento dos envolvidos por homicídio qualificado por motivo torpe, crime cuja pena pode chegar a 30 anos de reclusão.

As investigações seguem em sigilo para garantir o êxito das diligências em andamento.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

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Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

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“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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