A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Marcelândia, deflagrou nesta terça-feira (29.4), a Operação Litígios, para cumprir seis ordens judiciais, sendo quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, contra acusados de roubar e torturar um idoso de 70 anos, em Marcelândia.
O crime ocorreu no dia 27 de maio de 2024, quando dois homens chegaram à propriedade rural da vítima, em Marcelância, dizendo que estavam com fome e, quando o idoso se distraiu, passaram a agredi-lo. Sob ameaça de morte, o idoso foi amarrado com fios, agredido com as armas em sua cabeça, torturado e obrigado a realização transações bancárias via Pix.
Após o crime, os suspeitos fugiram com a motocicleta da vítima, mas cruzaram com a Polícia Militar, que havia recebido uma denúncia sobre um possível roubo em Marcelândia. Houve uma troca de tiros e os dois morreram.
Assim que acionada, a Polícia Civil deu início às investigações do caso e chegou à comprovação de que os mandantes do crime eram o irmão e o sobrinho da vítima. Diante disso, a Operação Litígios foi deflagrada para cumprir mandados contra os mandantes e os intermediadores das negociações sobre o crime.
Durante a operação, foram realizadas três prisões, sendo duas delas dos alvos dos mandados de prisão preventiva, de 55 e 24 anos, pelos crimes de tortura, roubo qualificado e organização criminosa. O mais velho também foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.
A terceira prisão, de um homem de 34 anos, ocorreu em flagrante, durante o cumprimento de um dos mandados de busca em Colíder, após serem encontrados armas, munições e animais silvestres – como peixes, paca e jacaré – na casa do suspeito. Ainda foi realizada a busca e apreensão de elementos probatórios nas residências dos envolvidos.
A operação teve apoio das Delegacias Regional e Municipal de Guarantã do Norte.
Em mais uma ação de combate ao tráfico de drogas, a Polícia Civil incinerou, na manhã desta quinta-feira (30.4), mais de 40 quilos de entorpecentes apreendidos em ações da Segurança Pública no município de Campinápolis.
A destruição da droga foi realizada na fornalha de uma empresa cooperativa no município.
Entre as substâncias incineradas estão aproximadamente 40 tabletes de maconha, além de porções adicionais da mesma substância, três tabletes de cloridrato de cocaína e quatro tabletes de pasta base de cocaína.
As substâncias foram devidamente periciadas e vinculadas a procedimentos investigativos. A queima da droga foi realizada com autorização judicial e acompanhamento dos órgãos competentes, conforme prevê a legislação vigente.
“A destruição da droga representa o ato final de combate ao tráfico de drogas, retirando definitivamente de circulação a significativa quantidade de drogas ilícitas”, disse o delegado responsável pelo trabalho, Adriano Cavalheri.
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