Mato Grosso

Polícia Militar e PRF apreendem R$ 300 mil em medicamento para emagrecimento e prendem casal por contrabando

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Uma ação conjunta do 10º Batalhão da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal apreendeu 488 frascos de medicamento tirzepatida, um medicamento usado para emagrecimento, na manhã desta segunda-feira (4.5), em Várzea Grande. A ação causou prejuízo de R$ 300 mil ao crime e resultou na prisão de duas pessoas pelo crime de contrabando.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 10º Batalhão realizava patrulhamento na avenida Miguel Sutil e recebeu informações do setor de inteligência e da Polícia Rodoviária Federal sobre um veículo HB20 cinza que supostamente estava transportando produtos ilícitos, na avenida 31 de Março, em Várzea Grande.

Os militares seguiram até a região e encontraram o veículo, com as mesmas características informadas, ocupado por um homem e uma mulher. Na abordagem pessoal e verificação inicial no carro, nada de ilícito foi encontrado.

Já no porta-malas, os policiais identificaram que estepe não seria do mesmo modelo do veículo. Questionado pela PM sobre a procedência do material, o homem revelou a existência de produto ilícito no interior do pneu, onde foram encontrados 488 frascos de tirzepatida, substância conhecida como Mounjaro, utilizada para o emagrecimento.

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Ao serem perguntados pelos policiais, os suspeitos relataram que haviam adquirido os produtos na cidade de Coxim, em Mato Grosso do Sul, e que seriam vendidos em Cuiabá.

Diante do flagrante, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos, juntamente com todo o produto apreendido, para a sede da Polícia Federal, na Capital, para as demais providências que o caso requer.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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