Mato Grosso

Polícia Militar e Sema prendem três homens com espingardas em área de exploração ilegal de madeira

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Equipes da Cavalaria da Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) prenderam em flagrante três homens por formação de quadrilha, desmatamento ilegal e posse irregular de arma de fogo, nesta segunda-feira (17.11), na zona rural de Feliz Natal. Com os suspeitos, foram apreendidas três espingardas e munições para todo o armamento.

As equipes da PM e Sema estavam em operação integrada em combate a crimes contra a natureza, em um assentamento rural, e encontraram um homem sob posse de duas espingardas, sendo uma de calibre 22 e outra de calibre 36, com 12 cartuchos de munições para os objetos.

Questionado sobre as armas, o suspeito afirmou que estava com as espingardas para cuidar da propriedade rural a mando de uma mulher. Ele não apresentou documentação sobre as armas e foi detido.

Os policiais continuaram as diligências para verificarem denúncias de crimes ambientais e localizaram mais dois homens, nas proximidades de uma área com sinais de desmatamento e extração ilegal de madeira. Com a dupla, os agentes encontraram mais uma espingarda, sendo esta de calibre 28.

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Ao serem perguntados sobre o que faziam na região, os homens afirmaram que estavam realizando a extração de madeira a mando de um homem, que pagaria uma quantia em dinheiro para eles após a retirada de algumas lascas de madeira.

Os militares seguiram nas buscas no local e não encontraram mais nenhum suspeito e outros materiais ilícitos.

Diante da situação, os policiais deram voz de prisão ao grupo e conduziram os suspeitos para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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