Mato Grosso

Polícia Militar prende cinco pessoas por tráfico de drogas em Várzea Grande

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Ações policiais do 4º Batalhão da PM prenderam cinco pessoas por tráfico ilícito de drogas, nesta terça-feira (16.6), em Várzea Grande. Os suspeitos foram presos em duas ocorrências registradas, onde 130 porções de substâncias análogas a maconha, cocaína e pasta base foram apreendidas.

A primeira ocorrência foi registrada no fim da tarde, durante patrulhamento do Grupo de Apoio (GAP) no bairro São Mateus. Um homem em atitude suspeita foi abordado e, com ele, os policiais encontraram cinco porções de maconha. Conforme o boletim de ocorrência, o suspeito declarou que a droga seria vendida naquele local.

O homem também disse ter mais drogas em sua residência e levou os policiais até o imóvel, onde foram encontradas mais 34 porções de maconha. Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido pela PM para a Central de Flagrantes.

Já no período noturno, outra equipe do GAP se deslocou até o bairro Jardim Potiguar em apuração a uma denúncia de tráfico de drogas realizado por três pessoas, dentro de uma boate. No endereço, os policiais encontraram os suspeitos denunciados, um homem e duas mulheres, que tentaram se dispersar com a chegada da PM, sendo abordados rapidamente.

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Com os suspeitos, foram encontradas porções de cocaína e maconha pronta para vendas. Algumas porções estavam escondidas nas partes íntimas das suspeitas e foram retiradas por elas mesmas e entregues aos militares.

Na sequência, os criminosos afirmaram que possuíam mais drogas guardadas em uma residência próxima. No local, mais um homem foi localizado e detido. Nas buscas no imóvel, a PM encontrou outras porções de entorpecentes e equipamentos utilizados no tráfico, como balanças de precisão e embalagens.

Os quatro suspeitos também foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande e entregues à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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