Mato Grosso

Polícia Militar prende dupla de faccionados e recupera caminhonete furtada em Juara

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¿A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu dois homens faccionados, de 21 e 18 anos, por furto e tentativa de homicídio, neste sábado (24.1), em Juara. Os suspeitos foram presos em flagrante após tentarem atropelar um policial militar durante uma abordagem na MT-325. A dupla conduzia uma caminhonete furtada, que foi recuperada pela equipe.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais realizavam uma barreira para abordagem de veículos na rodovia e visualizaram uma caminhonete Hilux. Os militares iniciaram a abordagem ao veículo, momento em que o condutor do carro desobedeceu à ordem de parada e tentou atropelar um dos policiais que estavam na barreira, fugindo em seguida.

Diante da situação de perigo, os militares efetuaram disparos de arma de fogo em direção aos pneus da caminhonete para impedir a fuga dos criminosos e iniciaram acompanhamento, que se estendeu por alguns quilômetros, até que os suspeitos pararam o carro e tentaram fugir a pé por uma região de mata, onde foram alcançados e abordados.

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Na revista pessoal aos homens, nada de ilícito foi encontrado. Já na verificação da caminhonete, foi constatado que o veículo estava com registro de furto, registrado na cidade de Vera, na sexta-feira (23).

Os homens também se identificaram como membros de facção criminosa e tinham passagens policiais por tráfico de drogas.

Eles receberam voz de prisão e foram encaminhados à delegacia de Juara para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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