Mato Grosso

Polícia Militar prende em flagrante suspeito de homicídio na zona rural de Cuiabá

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Policiais militares do 10º Batalhão prenderam um homem, de 40 anos, suspeito de ser o autor do homicídio que vitimou Antônio Vieira de Melo, de 60 anos, nesta segunda-feira (16.12), em Cuiabá. O suspeito foi preso em flagrante, horas após o crime. O corpo da vítima foi abandonado em Várzea Grande.

Conforme a ocorrência, as equipes do 10º BPM iniciaram diligências após receberem denúncias sobre um homicídio no Distrito da Guia, durante o domingo (15).

No local do crime, os policiais encontraram uma casa aberta e dois veículos abandonados, sendo um deles um Ford Courier com manchas de sangue em sua carroceria. Uma faca suja com sangue também foi encontrada no local.

Diante da situação, os policiais começaram as buscas pelo suspeito do crime e receberam informações, já na manhã desta segunda-feira (16), sobre um cadáver encontrado em Várzea Grande, nas proximidades da Avenida Mário Andreazza.

Em contato com a equipe local e com imagens da vítima, foi possível identificar que se tratava de Antônio. Foi observado, por meio de câmeras de vigilância, que o veículo Ford abandonado na residência da vítima teria sido o mesmo que passou pela região horas após o homicídio.

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Na residência da vítima, os militares receberam informações de que o criminoso havia fugido para a Capital e que estaria em um posto de combustível, na Avenida Monte Líbano. Os militares se deslocaram até o endereço informado e abordaram o suspeito, que estava com a esposa e seus dois filhos. Questionado pela PM sobre o crime, o homem negou o fato.

Neste momento, a mulher do suspeito confirmou aos policiais que seu marido teria cometido o homicídio e que ela ainda teria se deslocado até a residência da vítima, sendo obrigada a limpar o local enquanto o homem se deslocava com o cadáver. A testemunha ainda afirmou que o crime teria sido cometido por ciúmes que o suspeito sentia entre ela e Antônio.

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes de Cuiabá. Ainda foi identificado dois mandados de prisão em aberto por crimes cometidos no Pará e na Bahia.

O homem foi entregue para a Polícia Judiciária Civil para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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