Mato Grosso

Polícia Militar prende em flagrante suspeito por homicídio em Pontes e Lacerda

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A Polícia Militar prendeu um homem, de 23 anos, por homicídio, na madrugada deste domingo, em Pontes e Lacerda. O suspeito foi preso em flagrante após cometer o crime que vitimou João Paulo Alves Duarte, de 34 anos.

Por volta da meia-noite, a equipe do 18º Batalhão de PM recebeu denúncias sobre um homicídio ocorrido, no bairro São José. Ao se deslocarem ao endereço, os militares encontraram um veículo Fiat Uno em alta velocidade, ocupado por testemunhas que estavam levando a vítima para receber atendimento médico no hospital da cidade.

Os policiais auxiliaram na chegada da vítima até a unidade de saúde. No local, foi constatado que João Paulo foi atingido por oito golpes de faca na região do tórax. Após tentativa de reanimação, a vítima não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local.

As testemunhas afirmaram aos policiais que o suspeito do crime seria um colega de trabalho da vítima e que o crime ocorreu após um desentendimento entre vítima e suspeito, após passarem o dia ingerindo bebidas alcoólicas.

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Os militares iniciaram diligências e receberam denúncias anônimas que informaram que o homem estava escondido na casa de sua namorada. No endereço da denúncia, os policiais foram recebidos pela mulher, que autorizou a entrada da PM. Em buscas pela casa, o suspeito foi encontrado escondido debaixo de uma cama.

Questionado sobre o crime, o suspeito confessou que teria atingido a vítima com golpes de faca após uma briga entre os dois. O criminoso ainda disse que teria guardado a faca utilizada no homicídio, porém o objeto não foi localizado.

Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia de Pontes e Lacerda para registro da ocorrência, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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