Mato Grosso

Polícia Militar prende faccionados com 61 porções de drogas e munições

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão prenderam, nesta quarta-feira (12.2), dois faccionados por tráfico de drogas, no bairro Jardim dos Estados, em Várzea Grande. Com os suspeitos, foram apreendidos 61 porções de entorpecentes entre maconha, pasta base de cocaína e dez munições de calibres diversos.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes receberam informações de que havia um homem comercializando entorpecentes em uma residência no bairro, próximo a uma região de mata. O suspeito escondia os ilícitos em um terreno baldio e entregava para usuários e motociclistas que passavam no local.

Após a denúncia, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e identificaram o suspeito. Ele tentou fugir correndo para dentro da mata, mas foi alcançado e detido. Com ele, foram apreendidos dinheiro, um aparelho celular e nove porções de cocaína.

Já no local, os policiais encontraram outras diversas porções de entorpecentes e apetrechos para o preparo e venda das drogas. Durante as buscas pela casa do traficante, as equipes flagraram, além de outras drogas, que ele recebia ligação de um comparsa.

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À PM, o homem confessou que o comparsa seria um “financiador” para comprar drogas e revendê-las. Diante das informações, as equipes se deslocaram até a casa do segundo suspeito, que foi localizado conduzindo uma motocicleta modelo Honda Biz.

Ao ser abordado, policiais do GAP recolheram diversas porções de drogas e munições de calibres diversos. Na casa do suspeito, também foram apreendidos grande quantidade de ilícito. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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