Mato Grosso

Polícia Militar prende quatro suspeitos por tráfico de drogas e fecha escritório de golpes

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Equipes do 4º Batalhão de Polícia Militar prenderam quatro homens por tráfico ilícito de drogas e estelionato, em Várzea Grande, em duas ações registradas na tarde desta terça-feira (28.1).

Na segunda ação, os militares também desarticularam um escritório de golpes de estelionato. Eles aplicavam golpes em sites de vendas.

Por volta de 14h30, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) se deslocou até o bairro Paiaguás, para apurar uma denúncia anônima sobre um ponto de venda de drogas da região. Os militares se aproximaram do suposto endereço e flagraram um homem em atitude suspeita. Ele saiu correndo em direção a uma casa ao notar as viaturas policiais.

A equipe do 4º BPM iniciou acompanhamento e conseguiu deter o homem, que estava portando algumas porções de maconha. Questionado sobre a denúncia, o suspeito confirmou que o local seria uma boca de fumo e que havia mais drogas guardadas.

Os policiais realizaram buscas no interior do imóvel e apreenderam, ao todo, oito tabletes de supermaconha (skank), seis celulares e uma balança de precisão. O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes de Várzea Grande com todo o material apreendido.

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Já na segunda ocorrência registrada, os policiais do GAP estavam em patrulhamento e receberam informações sobre um outro local de tráfico de drogas de uma facção criminosa.

Ao se aproximarem do endereço indicado na denúncia, os militares flagraram três homens em atitude suspeita, que tentaram fugir da PM. Eles foram detidos.

Os criminosos levaram os policiais até a residência, que estavam em frente, e afirmaram que o local seria um “escritório” de estelionato da quadrilha, que realizava golpes em sites de venda. Os suspeitos também disseram que faziam o uso de entorpecentes naquele local.

No local, a PM apreendeu porções de maconha e cocaína, além de 53 chips telefônicos. Todos os suspeitos receberam voz de prisão e também foram encaminhados para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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