Mato Grosso

Polícia Militar prende três faccionados em flagrante suspeitos por homicídio de homem em Cáceres

Publicado

Policiais militares do 6º Batalhão e da Força Tática do 6º Comando Regional prenderam três suspeitos faccionados envolvidos no homicídio de um homem, na tarde desta segunda-feira (29.12), em Cáceres. Os criminosos foram presos em flagrante horas após o homicídio com uma arma de fogo e uma motocicleta usadas no crime.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu informações de uma ocorrência onde um homem havia sido alvo de disparos de arma de fogo em uma residência, no bairro Vista Alegre. Os policiais se deslocaram ao endereço e confirmaram que a vítima já estava em óbito. Equipes da Polícia Judiciária Civil e Politec foram acionadas para isolamento do local.

Ainda no endereço do crime, testemunhas informaram à PM que o crime havia sido cometido por dois homens que estavam em uma motocicleta Yamaha YBR de cor preta, sem placas de identificação, e que teriam fugido em alta velocidade após efetuarem os disparos contra a vítima.

Leia mais:  SES realiza capacitação em Vigilância Epidemiológica da Brucelose Humana

As equipes iniciaram diligências e receberam informações de que uma moto, com as mesmas características da denúncia, havia sido deixada na rodoviária da cidade por um homem.

Os policiais foram ao local, encontraram a motocicleta e colheram depoimentos de populares, recebendo a informação de que o homem que deixou o veículo teria seguido até um ponto de venda de drogas, no bairro Vila Fifi.

Os militares continuaram as buscas e foram até a residência indicada pelos transeuntes, onde encontraram três suspeitos, que foram abordados e detidos pela PM. Nas buscas pela casa, os policiais encontraram um revólver de calibre .38 carregado com quatro munições.

Questionados pela PM sobre o crime, dois homens confessaram a autoria do homicídio e o terceiro suspeito afirmou ter apenas escondido a motocicleta após o crime. Os três homens foram identificados como membros de uma facção criminosa.

Diante da situação, os criminosos receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Leia mais:  Polícia Civil e Ibama flagra extração ilegal de cascalho e prende suspeito em Campo Verde

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Publicado

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia mais:  Governo de MT entrega nova escola em Várzea Grande e reforma de unidade em Cuiabá nesta quarta (25)

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana