Mato Grosso

Polícia Penal apreende diversos materiais ilícitos com visitantes em unidade prisionais do Estado

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Policiais penais evitaram que diversos produtos ilícitos, como entorpecentes e aparelhos eletrônicos, chegassem, durante o período de visitas nas unidades prisionais, às mãos de pessoas presas. As ações ocorreram neste fim de semana.

Em uma das ocorrências registradas no domingo (27.4), a equipe de plantão da Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá, flagrou um visitante de 19 anos tentando levar dois relógios smart para seu irmão que está custodiado na unidade prisional. O rapaz passou pela revista eletrônica, obrigatória a todos os visitantes, quando o escâner corporal apontou objetos não identificados no par de chinelos.

Os policiais penais cortaram o chinelo e encontraram dois smartwatch, e dois carregadores escondidos, todos de uso proibido dentro do ambiente prisional. Foi registrado um boletim de ocorrência e encaminhado à Polícia Civil para apuração.

Ainda no domingo, outras três visitantes foram flagradas tentando entrar com drogas e fumo. Uma delas foi flagrada pelo escâner que identificou nas imagens a mulher portando um invólucro na área íntima. Ela retirou o material, que foi identificado como 300 gramas de maconha.

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Outros dois visitantes foram flagrados no sábado tentando entrar com pacotes de fumo, cigarros e chocolates. Todos terão o direito de visitas suspenso pelo período de 90 dias.

Em outras unidades

Na cadeia pública de Comodoro, os policiais penais realizaram revista aos reeducandos, após o período de visitas no domingo, e encontraram pacotes de fumo. A pessoa que levou o produto de uso proibido já foi identificada e sofrerá as sanções previstas.

Na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino, em Sinop, um dos reeducandos que trabalha em atividade extramuro foi flagrado também com fumo. Ele passou por revista ao retornar do trabalho, quando um dos cães policiais da unidade flagrou o material ilícito.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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