Mato Grosso

Policiais civis e militares de Cáceres e Pontes e Lacerda têm trabalho reconhecido por redução de crimes

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) entregou a Medalha Mérito da Segurança Pública a 47 policiais civis e militares das Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) de Cáceres e Pontes e Lacerda, nesta terça-feira (18.06), como reconhecimento pelo trabalho que resultou na diminuição dos crimes.

Em 2022, a Risp Cáceres liderou na redução dos índices de roubo, com uma queda de 46% em comparação ao ano anterior. Em segundo lugar, Pontes e Lacerda registrou diminuição de 41%, seguida de Rondonópolis com 38%. Com relação ao homicídio doloso, a Risp Vila Rica obteve uma redução de 14%, seguida por Barra do Garças com 8% e Juína com 5%.

O reconhecimento tem como base a sistemática estabelecida pela Sesp para destacar o trabalho dos profissionais das 15 Risps de Mato Grosso e as que mais reduziram as ocorrências de homicídio doloso e roubo, baseadas na taxa de 100 mil habitantes.

No ano de 2023, a Risp Primavera do Leste apresentou a maior redução nos crimes de roubo com 62% em relação ao ano anterior. Sinop ficou em segundo lugar com 39% e Água Boa em terceiro com 35%. Já homicídio doloso reduziu 32% na Risp Tangará da Serra, 27% em Primavera do Leste e 22% em Rondonópolis.

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O secretário-adjunto de Integração Operacional, coronel PM Fernando Carneiro Tinoco, destacou a importância do trabalho integrado das forças policiais no combate à criminalidade.

“As forças de segurança estão empenhadas em combater a criminalidade e proporcionar mais segurança à população mato-grossense. Esta medalha é um reconhecimento à dedicação e ao empenho desses profissionais, que atuaram em ações integradas, cada um dentro da sua expertise, contribuindo para o crescimento das forças policiais e da segurança pública no Estado”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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