A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Guiratinga (a 330 km de Cuiabá), e a Polícia Militar prenderam em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (17.2), dois homens suspeitos por crimes de furto qualificado e falsa identidade.
A ação policial teve início depois que a Polícia Civil recebeu uma denúncia de que havia dois homens em atitude suspeita em frente a um estabelecimento comercial em Guiratinga. Diante das informações, investigadores da Polícia Civil, com o apoio de policiais militares, foram até o local indicado e identificaram os suspeitos.
Ao serem abordados, os suspeitos resistiram à prisão e tentaram fugir, mas foram contidos pelas equipes policiais. Durante a revista, foram encontrados diversos objetos com a dupla, incluindo uma caixa de som, celulares e dinheiro.
Em seguida, os policiais dirigiram-se ao estabelecimento comercial e constataram sinais de arrombamento, como a fechadura quebrada e materiais espalhados pelo chão. O proprietário da loja foi chamado e reconheceu os objetos apreendidos como sendo de sua loja.
Diante das evidências, os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Guiratinga, onde foram autuados em flagrante pelo crime de furto qualificado. Durante os procedimentos legais, foi constatado que ambos haviam fornecido nomes falsos no momento da prisão, o que resultou na inclusão do crime de falsa identidade ao registro da ocorrência.
Os presos foram ouvidos e colocados à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue com as investigações para apurar se os indivíduos estão envolvidos em outros crimes na região.
A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (30.6), a Operação Vigia, para reprimir as ações de um grupo que atuava no desvio de grãos por meio de furtos qualificados e lavagem de capitais de valores arrecadados com as subtrações praticadas.
As ações foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum, com apoio das unidades locais de Nova Mutum, Juína, Campo Novo do Parecis, Rondonópolis e Várzea Grande e da Derf de Várzea Grande, que efetuou a prisão de um dos suspeitos no Aeroporto Marechal Rondon, prestes a embarcar para a região Sul do país.
Ao todo foram cumpridos quatro mandados de prisões preventivas, seis mandados de buscas e apreensões em residências e em um estabelecimento empresarial (casa de shows), além de 10 dez mandados de sequestro de bens e valores.
A operação é fruto do trabalho investigativo realizado por investigadores e escrivães da Derf de Nova Mutum.
Segundo o delegado Rodrigo Rufato, responsável pela investigação, as apurações apontaram que um dos envolvidos solicitou emprego na função de balanceiro em uma fazenda situada na zona rural de Nova Mutum, já com a intenção de possibilitar o ingresso de veículos não autorizados na propriedade, os quais, com o auxílio do investigado, realizavam carregamentos sem o conhecimento dos proprietários, concluindo as subtrações.
Outros investigados eram responsáveis por providenciar veículos e motoristas, bem como encontrar compradores para as cargas furtadas.
Parte dos valores foi “lavada” através da criação de uma casa de show do tipo “pub”, onde os investigados continuaram a empreender paralelamente à prática dos ilícitos.
O prejuízo causado à vítima foi de aproximadamente R$ 2 milhões, tendo as medidas constritivas adotadas o intuito de possibilitar o ressarcimento do dano patrimonial.
Operação Vigia
O nome da operação é uma alusão ao vulgo utilizado por um dos indivíduos presos. Os investigados serão indiciados por furtos qualificados, associação criminosa e lavagem de capitais.
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