Turismo

Ponte Alta do Tocantins (TO): Aventura, Cultura e Verão às Portas do Jalapão

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Localizada no leste do Tocantins, Ponte Alta do Tocantins é reconhecida como uma das principais portas de entrada para o Parque Estadual do Jalapão. Em meio ao Cerrado preservado, a cidade combina paisagens monumentais, cultura sertaneja e hospitalidade, atraindo viajantes em busca de aventura, contato com a natureza e experiências.

Fundada no século XIX, Ponte Alta surgiu como ponto de apoio para tropeiros e viajantes que cruzavam a região. Com o tempo, tornou-se referência turística e estratégica para quem deseja explorar o Jalapão, sem perder o vínculo com suas raízes históricas e culturais.

Considerada o “portal sul” do Jalapão, pela cidade, o visitante tem acesso a alguns dos atrativos naturais mais emblemáticos da região, como a Cachoeira da Velha, uma das maiores quedas d’água do Cerrado brasileiro, e o impressionante Cânion Sussuapara, com suas paredes estreitas e água cristalina.

Esses cenários naturais reforçam a vocação da cidade para o ecoturismo e o turismo de aventura, com trilhas, rafting, banho de rio e observação da fauna e da flora do Cerrado.

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CERRADO VIVO: PAISAGEM, FORÇA E IDENTIDADE – Diferente da floresta amazônica, o Jalapão revela a potência do Cerrado: veredas, chapadas, dunas douradas e rios de águas transparentes. Ponte Alta está inserida nesse bioma de extrema importância ecológica, onde a relação entre comunidade e natureza é marcada pelo respeito aos ciclos naturais.

Durante o verão, Ponte Alta se torna base para experiências ao ar livre. O Rio Novo, um dos mais preservados do Brasil, oferece praias fluviais, águas límpidas e corredeiras ideais para o rafting e o banho refrescante.

A Serra do Espírito Santo completa o roteiro com trilhas e mirantes que proporcionam vistas panorâmicas inesquecíveis do Cerrado tocantinense.

CULTURA LOCAL E TRADIÇÕES DO INTERIOR – Apesar da vocação turística, Ponte Alta preserva a simplicidade e os costumes do interior do Tocantins. Festas religiosas, manifestações populares e a música sertaneja compõem o calendário cultural da cidade. A vida cotidiana é marcada pela hospitalidade, pela oralidade e pela convivência entre moradores e visitantes, criando um ambiente acolhedor para quem chega.

A gastronomia local valoriza ingredientes do Cerrado e da culinária sertaneja. Carnes de sol, arroz com pequi, galinhada, mandioca e doces caseiros fazem parte do cardápio, sempre acompanhados do sabor da comida feita no fogão à lenha.

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Ponte Alta do Tocantins é ponto de partida para uma das experiências naturais mais marcantes do Brasil. Entre chapadas, rios e cachoeiras, o visitante encontra um território onde aventura, cultura e natureza caminham juntas.

Por Fernando Assunção
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Trilha Verde da Maria Fumaça valoriza patrimônio histórico, natureza e turismo de experiência em Minas Gerais

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Localizada em Minas Gerais, a Trilha Verde da Maria Fumaça é um destino para praticantes de caminhada, cicloturismo e turismo de natureza. Com 92 quilômetros de extensão, e duração média de três dias, o percurso ocupa parte do antigo ramal ferroviário que ligava Diamantina a Corinto e oferece aos visitantes uma experiência que combina patrimônio histórico, paisagens naturais e contato com comunidades locais.

Inserida nos vales dos rios Jequitinhonha e São Francisco, a trilha atravessa áreas da Serra do Espinhaço, reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera. O trajeto percorre os biomas Cerrado e Mata Atlântica e revela cenários de campo rupestre, serras, rios, cachoeiras, formações geológicas, cavernas e sítios arqueológicos datados de 5 mil anos.

A rota também integra a trilha de longo curso Transespinhaço, em Minas Gerais. O percurso está dividido em quatro trechos: Diamantina–Barão, Barão–Conselheiro Mata, Conselheiro Mata–Rodeador e Rodeador–Monjolos. Ao longo do caminho, os visitantes encontram opções de alimentação, hospedagem e, em alguns casos, áreas para camping.

Entre os atrativos culturais estão a cidade histórica de Diamantina, reconhecida por seu patrimônio arquitetônico colonial e a culinária mineira, com destaque para a produção de queijos.

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A trilha passa pelos municípios de Diamantina, Datas, Gouveia e Monjolos e cruza áreas protegidas como as APAMs Barão e Capivara, em Gouveia, e APAM Monjolos, além de estar próxima ao Parque Estadual do Biribiri e ao Parque Nacional das Sempre-Vivas.

No Brasil, existem atualmente 246 trilhas de longo curso que passam por 327 Unidades de Conservação e somam mais de 25 mil quilômetros, ampliando as oportunidades para atividades ao ar livre e o turismo sustentável.

Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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