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Portos do Paraná batem recorde histórico com mais de 1,6 milhão de contêineres movimentados em 2025

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Os portos do Paraná encerraram 2025 com resultados expressivos na movimentação de cargas. O volume total atingiu 73,5 milhões de toneladas, impulsionado pelo aumento no transporte de contêineres, que alcançou o maior número da história. Foram movimentados 1.662.370 TEUs — unidade equivalente a um contêiner de 20 pés —, representando um crescimento de 7% em relação a 2024, quando o volume havia sido de 1,5 milhão de TEUs.

Paranaguá se consolida como líder em exportações de proteína animal

Grande parte da movimentação registrada em Paranaguá corresponde a contêineres refrigerados, utilizados no transporte de alimentos congelados. O terminal mantém sua posição de destaque como maior corredor de exportação de proteína animal do Brasil, sendo responsável por 34% das exportações nacionais.

Além disso, o Porto de Paranaguá segue como o maior exportador de carne de frango do mundo, com 2,8 milhões de toneladas embarcadas em 2025, número idêntico ao do ano anterior.

Gripe aviária impactou planos de crescimento no setor

Apesar do desempenho positivo, o crescimento das exportações foi afetado por fatores externos. O foco de gripe aviária registrado em maio de 2025 no Rio Grande do Sul provocou a suspensão temporária das exportações para alguns países, comprometendo parte da expansão prevista para o ano.

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Exportações de carne bovina crescem mais de 46%

Outro destaque foi o aumento expressivo nas exportações de carne bovina, que somaram 1,2 milhão de toneladas, um avanço de 46,5% em relação a 2024.

Grande parte da carga teve origem em outros estados brasileiros, especialmente da Região Norte, que optaram por utilizar o Porto de Paranaguá devido à sua eficiência logística e infraestrutura competitiva.

Investimentos reforçam a expansão da Portos do Paraná

O Governo do Estado do Paraná, por meio da Portos do Paraná, está conduzindo um ambicioso programa de investimentos em infraestrutura portuária. A maior obra pública do setor em andamento no país, o Moegão, já ultrapassou 80% de execução e deve ser concluída até fevereiro.

Com investimento superior a R$ 650 milhões, o complexo ferroviário permitirá o recebimento de até 24 milhões de toneladas de grãos e farelos por ano, atendendo diretamente aos terminais do Corredor de Exportação Leste (Corex).

Novos projetos prometem ampliar capacidade e competitividade

Entre os próximos investimentos previstos está a construção do Píer em “T”, cuja primeira fase está orçada em R$ 1,2 bilhão. O projeto prevê quatro novos berços de atracação equipados com tecnologia de carregamento ultrarrápido, fortalecendo ainda mais o Corredor Leste.

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A segunda fase da obra receberá R$ 1 bilhão adicionais, marcando o maior investimento estadual em infraestrutura portuária em mais de cinco décadas.

Também está em desenvolvimento o Píer em “F”, que conectará os terminais do novo Corredor Oeste, além da expansão do píer de líquidos, interligando as operações de terminais voltados a cargas líquidas.

Parcerias e concessões garantem modernização e novos recursos

Desde 2019, a Portos do Paraná realizou nove leilões de áreas portuárias no litoral do estado, viabilizando investimentos privados que somam R$ 5,1 bilhões, incluindo a concessão do canal de acesso marítimo.

O cronograma prevê a conclusão das obras entre cinco e sete anos, conforme os contratos de concessão, consolidando o porto como um dos mais modernos e eficientes do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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