Saúde

Prazo prorrogado: inscrições de trabalhos para a 18ª ExpoEpi vão até 6 de outubro

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O Ministério da Saúde prorrogou o prazo para submissão de trabalhos na 18ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 6 de outubro.

Realizada em abril de 2026, em Brasília, a ExpoEpi é um dos principais espaços de debate sobre a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). O evento reconhece serviços de saúde, trabalhadores do SUS, movimentos sociais e pesquisadores que se destacam em ações e pesquisas científicas voltadas à vigilância em saúde, prevenção e controle de doenças.

Podem participar da Mostra Competitiva trabalhos desenvolvidos a partir de 1º de janeiro de 2023 até a data da inscrição. As modalidades incluem:

  • Relato de Experiência: para serviços de saúde do SUS que realizaram ações bem-sucedidas;
  • Trabalho de Pós-Graduação: monografias, dissertações ou teses produzidas por trabalhadores do SUS;
  • Relato de Intervenção Social: para movimentos sociais sem fins lucrativos que atuam na saúde;
  • Pesquisas Científicas – Mais Ciência para o SUS: artigos publicados em revistas indexadas com potencial de impacto na vigilância em saúde.
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Durante o evento, os trabalhos finalistas serão apresentados e concorrerão a prêmios. Especialistas nacionais e internacionais também participam da programação, trazendo reflexões e propostas para o fortalecimento da saúde pública no Brasil.

Não perca a oportunidade de inscrever seu trabalho e contribuir para o futuro do SUS.

Acesse o edital

João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Roraima inicia atendimentos de radioterapia com primeiro acelerador linear do SUS no estado

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Os pacientes oncológicos de Roraima passam a contar com o primeiro acelerador linear para tratamento de radioterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O equipamento poderá beneficiar até 739 mil habitantes dos 15 municípios do estado, com previsão de atender 500 pacientes por ano. Com a chegada da tecnologia na região, a rede pública de saúde garante a oferta do tratamento em todas as unidades da federação.

Instalado no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, o centro radioterápico recebeu investimento de R$ 17 milhões do Ministério da Saúde e permitirá que os pacientes realizem o tratamento mais perto de casa, sem precisar viajar para outros estados. Antes, era necessário percorrer milhares de quilômetros para ter acesso à radioterapia, com deslocamentos para outras localidades, como Amazonas e São Paulo.

A radioterapia é uma das principais formas de tratamento contra o câncer e utiliza radiação direcionada ao tumor para preservar os tecidos saudáveis ao redor. Só em 2025, o Brasil registrou mais de 190 mil procedimentos desse tipo. Para facilitar o acesso a esse tratamento, a Lei do Agora Tem Especialistas prevê prioridade na assistência de pessoas com câncer nos serviços especializados.

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“Hoje é um marco para Roraima. O paciente que precisar de cirurgia, quimioterapia e, agora, também de radioterapia vai poder contar com esse cuidado integrado dentro do próprio estado, perto de casa e da família. E isso faz toda a diferença, porque o tratamento do câncer não envolve só o paciente, mas também toda a família que acompanha esse processo”, destaca a diretora de Programa da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde.

Cenário Nacional

O serviço em funcionamento em Roraima integra os esforços do Ministério da Saúde para fortalecer a rede pública de radioterapia em todo o país. Entre 2023 e 2026, foram viabilizados 105 aceleradores lineares para hospitais de diferentes regiões do país, dos quais 55 já foram entregues. Entre os estados contemplados estão São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Piauí, Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Amapá. A previsão é chegar a 70 equipamentos entregues até o fim de 2026, fortalecendo a oferta de tratamento oncológico pelo SUS.

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Do diagnóstico ao tratamento

O SUS oferece assistência gratuita às pessoas com câncer, desde consultas, exames e biópsias para diagnóstico até o tratamento, a reabilitação e os cuidados paliativos. O cuidado pode incluir, além da radioterapia, cirurgias, quimioterapia, hormonioterapia, terapias-alvo, imunoterapia e transplante de medula óssea, além de internações, apoio multiprofissional e acompanhamento para aliviar sintomas e preservar a qualidade de vida.

Para reduzir o tempo de espera entre a suspeita da doença e o início do tratamento, o Ministério da Saúde investe em novas tecnologias e na organização da rede de atendimento. Uma das iniciativas é o Super Centro Brasil para Diagnóstico de Câncer, que utiliza patologia digital e telepatologia para agilizar a análise de amostras e a emissão de laudos. Em 2026, mais de 24 mil pacientes de todas as unidades da Federação foram beneficiados, com tempo médio de oito dias para emissão dos resultados, frente a cerca de 30 dias anteriormente.

Bruna Queiroz
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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