Várzea Grande

Prefeita acompanha megaoperação tapa-buraco em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, acompanhou neste sábado (11) a execução dos serviços de manutenção na malha viária em ruas e avenidas do município. Com o fim do pico do período chuvoso, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Viação, Obras e Urbanismo, deu início a uma grande operação tapa-buracos, dividida por regiões, com a meta de atender toda a cidade em poucos meses.

A operação, lançada oficialmente no dia 2 de abril, ganhou ritmo e produtividade com a redução das chuvas, permitindo que as equipes atuem de forma mais eficiente. O objetivo é devolver a trafegabilidade e garantir segurança para motoristas e pedestres, especialmente em pontos de grande fluxo.

“Estamos nas ruas acompanhando de perto porque sabemos que o cidadão precisa de resposta rápida. A malha viária sofreu muito com as chuvas e agora estamos aproveitando as condições climáticas para acelerar os trabalhos. Nosso objetivo é recuperar ruas e avenidas em todas as regiões, devolvendo dignidade para quem transita diariamente por Várzea Grande”, destacou a prefeita Flávia Moretti.

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Somente nos dias 30 e 31 de março, as equipes da operação atenderam oito localidades. Foram contempladas as avenidas A e Frei Coimbra, no Capão Grande; a rua Coronel José Augusto Gomes, no Construmat; a Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes; a Rua do Independente e a rua Vereador Abelardo Azevedo, no bairro Ponte Nova. Também receberam manutenção as ruas Oito e Das Flores, no Residencial Júlio Domingos de Campos.

Além do tapa-buracos, o solo mais seco permitiu a ampliação de outros serviços essenciais, como patrolamento, limpeza de bocas de lobo, manutenção em redes de drenagem e implantação de meio-fio e sarjetas.

A Prefeitura reforça que o cronograma segue avançando por regiões e que a população pode acompanhar as ações, que continuarão ocorrendo nos próximos dias conforme o planejamento técnico da pasta.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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